<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Alone &#187; mac</title>
	<atom:link href="http://www.nelsonalone.com.br/tag/mac/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.nelsonalone.com.br</link>
	<description>A tecnologia de forma simplificada</description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Jan 2012 11:27:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Steve Jobs por Walter Isaacson. Uma simples opinião.</title>
		<link>http://www.nelsonalone.com.br/2012/01/24/steve-jobs-por-walter-isaacson-uma-simples-opiniao/</link>
		<comments>http://www.nelsonalone.com.br/2012/01/24/steve-jobs-por-walter-isaacson-uma-simples-opiniao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelsonsozinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Toppic]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Isaacson]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.nelsonalone.com.br/?p=610</guid>
		<description><![CDATA[Olá, Terminei de ler o livro essa semana e queria escrever alguma coisa sobre o que eu li. Também expressar  minha opinião sobre a figura de Steve Jobs. Acredito que não exista nada melhor do que olhar pra trás e ver seus feitos, criações, ideias que foram concretizadas. Também, acredito que deve ser a mesma<a href="http://www.nelsonalone.com.br/2012/01/24/steve-jobs-por-walter-isaacson-uma-simples-opiniao/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá,</p>
<p style="text-align: justify;">Terminei de ler o livro essa semana e queria escrever alguma coisa sobre o que eu li. Também expressar  minha opinião sobre a figura de Steve Jobs.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2012/01/steve-jobs-by-walter-isaacson.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-611" title="steve-jobs-by-walter-isaacson" src="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2012/01/steve-jobs-by-walter-isaacson-300x262.jpg" alt="" width="300" height="262" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que não exista nada melhor do que olhar pra trás e ver seus feitos, criações, ideias que foram concretizadas. Também, acredito que deve ser a mesma coisa quando olhamos em volta, no próprio presente, e vemos os frutos de nossos esforços que foram feitos no passado. Uma vez, ao ler a biografia de Albert Einstein, li uma frase fabulosa; “Quando olhamos para uma fórmula, nos deparamos com números, constantes e símbolos para que nos trás um determinado resultado. Mas, muitas coisas se escondem através dessas formulas, noites em claro, um certo distanciamento dos seus familiares, críticas e esforço pra prova-las para pessoas incrédulas, lágrimas e um pouco de cabelos brancos.  Se conseguíssemos olhar profundamente em cada criação humana poderíamos ver a dor e o sacrifício, que, são sempre maiores que o mérito atribuído pela criação”.</p>
<p style="text-align: justify;">A biografia de Steve Jobs contada por Walter Isaacson teve um grande sucesso em alcançar exatamente o ponto do sacrifício, foco e a dor que envolvem uma criação. Em cada ponto da obra existe conflitos e principalmente a explosão do temperamento de Jobs em diversas situações e momentos, no trabalho, família e amigos. Mesmo assim, em alguns momentos, são feitos que contém méritos, pois, ele conseguia tirar o máximo dos seus funcionários. Coisas que eram declaradas como impossíveis de serem realizadas, eram feitas e no tempo estabelecido por ele. Realmente, devia ser uma coisa estressante trabalhar a base do grito e com um líder que tinha uma constantes explosões de personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos podem afirmar que Jobs era um tremendo de um mal caráter salafrário sem coração. Sim, depois que eu li sua biografia é essa a conclusão que tirei. Até mesmo de leitura das primeiras cinquenta páginas é possível tirar essa conclusão. Mas a questão é: porque isso tudo? Porque ele teve tanto sucesso? Bom. Eu nunca saberei responder porque eu não trabalhei com ele, mas a minha suposição é que: ele utilizava a abordagem do chicote pra tirar todo o potencial de uma pessoa. Se ele visse potencial naquele indivíduo ele iria descasca-lo até conseguir o que queria. Isso não é uma boa abordagem, mas funcionava com ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto estamos tentando diminuir o máximo possível o tempo das reuniões, as suas duravam no mínimo três horas. O fato de ser meticuloso e da necessidade de ter o controle da situação por completo levava ao limite  as pessoas de sua confiança. Uma coisa é certa, o mesmo olhar que via no Senna quando ele conversava com os engenheiros e em suas reuniões. Isso é possível ver em Jobs nos poucos momentos que se deixou filmar trabalhando. A seriedade e a atenção, quase que hipnótica, era perceptível em suas feições quando travam de assuntos do seu interesse. Para Senna, isso era imprescindível, pois tinha um carro inferior aos demais, portanto, era necessário conhecer seus limites ao máximo para poder lava-lo a vitória. Para Jobs, sua ânsia  de criar produtos e, ao mesmo tempo,  a vontade de derrubar IBM tornou-se seu principal elemento de motivação.</p>
<p style="text-align: justify;">A Paixão. Isascson, em muitos pontos do texto, cita a paixão como ponto fundamental para a motivação de Jobs. Acredito que até mesmo para o seu time. Ele conseguia ver isso nos demais. Olhava nos olhos dos seus de seus funcionários tentando encontrar a paixão por produzir coisas novas, de tirar o que tinha em sua cabeça e pode materializar em alguma coisa inovadora. Ele conseguia fazer isso como ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das coisas que Jobs sempre falava era de ter amor e orgulho do que se fabricava. Isso não está na biografia, mas no livro “A Cabeça de Steve Jobs”; quando ele voltou para a Apple, se deparou com inúmeros funcionários falando mal dos produtos que foram criados. Isso deixou Jobs com uma raiva enorme e sempre que escutada isso de algum funcionário ele “estevava” (termo criado pelos funcionários da Apple quando das humilhações que eram feitas em público aos seus funcionários) o sujeito lá mesmo. Só que, em várias reuniões ele mesmo afirmava que os produtos que a Apple fez, até o momento que ele estava fora, era tremenda porcaria. Mas o que ele queria despertar nas pessoas era o amor. A paixão e o orgulho ao ver uma coisa concluída, em fazer parte de um time de estrelas. Acredito que era isso que ele sempre quis enfatizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, quando fazemos alguma coisa de valor, seja a mínima possível, gostamos sempre de receber um parabéns, nem que seja um simples tapinha nas costas seguido de um “<em>bom trabalho</em>”. Nesse ponto, não tenho do que critica-lo. Quando Jobs brilhava, seu time pegava carona no seu no seu brilho. Quando um trabalho era bem feito, ele sabia reconhecer o esforço. No texto do Isaacson, ele afirma que Jobs mandou gravar o nome de todos das sua equipe a parte interna do Macintosh, afirmando que aquela era a assinatura do artista.</p>
<p style="text-align: justify;">Em diversos pontos, isso segue com controvérsias. Existem algumas histórias que põe abaixo toda essa afirmação acima. Entre as mais famosas, inclusive contado pelo próprio Woz, foi a redução de uma placa de circuito que Woz fez para Jobs. Jobs levou para a Atari, a empresa que trabalhava na época, e ganhou os méritos e o prêmio em dinheiro devido a esse feito e não contou e também não repassou nada para Woz. Outros histórias, está nas idéias sobre o design dos produtos. Essas reuniões eram constantes que tinha com Ive, porém, em muitas situações, as idéias que Ive tinha Jobs afirmava que eram dele. Não repassava o crédito sobre tais fatores. Muitos vão dizer que era assim que ele era, mas, muita coisa poderia ser feita de forma correta por ele. São pontos que não são importantes, acredito que os devidos méritos poderiam ser dados, já que, os acrescentaria muito para a sua equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do seu diagnóstico do câncer, até o seu tratamento, ficou perceptível a sua doença, principalmente pela rápida perda de peso. Porém, uma coisa de se admirar em pessoas complexas, principalmente em Jobs, é o fato da doença não o deixar-se abalar. Era perceptível que havia alguma coisa errada. Porém, poucas vezes se deixou abalar. Em suas apresentação, apesar da perceptível perda de peso, ele nunca expôs seus problemas de saúde a público. Até o ultimo momento que suas forças permitissem ele trabalhou. Se a empresa que ele criou é dessa forma, acredito que seja por essa força que foi reerguida está onde está. A cara da Apple e Pixar está um Jobs, carrancudo, mal criado, agressivo, astuto e falastrão, mas funcionou (It’s work).</p>
<p style="text-align: justify;">Só mais uma coisa (<em>Just one more thing</em>). O fato da teimosia de prevalecer o controle e da convergência de hardware e software o levou a batalhas estremas. No início da Apple, ele levou isso até o seu limite. Após a fundação da NeXT, seu lema continuou. Quando voltou para a Apple, levou isso com sangue. Ao olhar para trás, quando o mundo corria para a liberdade do software para ambientes padronizados e sem controle, Jobs acreditava que o controle estava na convergência do hardware com o software. Vendeu poucos produtos e perdeu mercado, porém, seus produtos funcionavam e bem. Utilizar a convergência, ter o controle do início ao fim da experiência do usuário no uso do computador deu certo para Jobs. Nos últimos dias de sua vida até Bil Gates reconheceu seus feitos, porém, afirmou que isso tudo funcionava apenas com Jobs. Jobs discordou. Mas na minha opinião, Gates estava certo. Acho que poucos teriam a teimosia de manter esse pontos integrados com tanto vigor.</p>
<p style="text-align: justify;">A informática é  uma ciência ainda jovem. Vemos seus protagonistas irem embora a cada ano que passa. Pessoas boas, como Dennis Ritchie, acredito eu como principal colaborador dessa ciência. Porém, temos que dar méritos também a esse louco. Criar produtos, cujo termo mais propício para descreve-los seria “humanizados”, que eram sucesso a cada lançamento não são feito por pessoas comuns. Não que eu diga que Jobs era uma pessoas diferente de nós, mas o que nos difere de pessoas como essas é que a paixão estava nas coisas que ele fazia. A vontade de mudar o mundo “Pensando Diferente” são pontos de méritos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.nelsonalone.com.br/2012/01/24/steve-jobs-por-walter-isaacson-uma-simples-opiniao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O jeito de ser um visionario</title>
		<link>http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/31/o-jeito-de-ser-um-visionario/</link>
		<comments>http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/31/o-jeito-de-ser-um-visionario/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 15:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelsonsozinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Toppic]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[jobs]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.nelsonalone.com.br/?p=202</guid>
		<description><![CDATA[Olá pessoal.. Vi que muitas pessoas postaram em seus blogs resenhas e opiniões (muitas positivas) em seus blogs sobre o livro. Mas o que falarei aqui será sobre minha surpresa em observar a ligação entre conhecimento em outras áreas e a geração de idéias com bases em conceitos distintos obtidos em mundos recém conhecidos. Uma<a href="http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/31/o-jeito-de-ser-um-visionario/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Olá pessoal..</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Vi que muitas pessoas postaram em seus blogs resenhas e opiniões (muitas positivas) em seus blogs sobre o livro. Mas o que falarei aqui será sobre minha surpresa em observar a ligação entre conhecimento em outras áreas e a geração de idéias com bases em conceitos distintos obtidos em mundos recém conhecidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-204" title="jobs" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/jobs.jpg" alt="jobs" width="180" height="180" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Uma vez passeando próximo a uma livraria, vi um livro que eu estava procurando a bastante tempo, na mesma hora entrei na livraria e comprei. Sempre tive simpatia pelos belos produtos desenvolvidos pela Apple, coisa que me levou a admirar e a respeitar as pessoas que estão por trás dessa grande empresa e principalmente o CEO. Steve Jobs.  Não é todo dia que um cara que foi praticamente chutado da empresa que fundou e volta das cinzas para com NEXiT, Pixar e por esculhambação entra pela porta da frente na Apple.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse fato realmente é uma tremenda vira-volta na vida de qualquer ser-humano e também aqueles que estão ao seu redor. Isso prova que o cara tem realmente uma estrela que só diminuiu a luz temporariamente. As dificuldades vieram a tona e através de um jeito inusitado e excêntrico, ou resumindo, criativo. O fato de ser multidisciplinar e flexível o levou a criar uma série de produtos premiados, com designs inovadores, simples e ao mesmo tempo funcional.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-208" title="arte1" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/arte1-300x253.jpg" alt="arte1" width="300" height="253" /></p>
<p style="text-align: justify;">Bom, mas porque eu estou rasgando ceda pra uma pessoa que nem me conhece, por não trabalhar em sua empresa e por não gostar (apesar de funcionar) de suas técnicas motivacionais? O que me chamou atenção ao ler o livro de Leander Kahney foi simplesmente o fato de uma pessoa conhecer eletrônica, circuitos integrados, sistemas operacionais, caligrafia, arte, marketing, design e etc. Mas porque tantas coisas nada em comum? Isso é simples de responder.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu estava na graduação tive um professor de calculo que me falou o seguinte: &#8220;Se seu currículo está repleto de qualificações técnicas, então isso é excelente. Um mérito seu com certeza. Mas faça um curso de culinária, pintura, degustação de vinhos, dança de salão e coloque no seu currículo como atividades extras&#8221;. Logicamente quando escutamos isso achamos isso hilário. Mas ao ler esse livro vi que ao designar nosso tempo para atividades extra uma coisa boa pode acontecer. Pode despertar a criatividade com novas descobertas e ao mesmo tempo evitando ficar bitolado apenas com que você conhece, fazendo também aplicar o resultado dessas atividades no seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso aconteceu com muitos dos produtos da Apple. É possível encontrar traços das curvas dos BMW nos IPods, iMacs e MacBooks. Resultado das contínuas aulas de caligrafias e budismo onde surgiu a inspiração para Mac OS, Mac OS X e o Leopard. As inúmeras atividades alternativas que Steve Jobs o proporcionou (ou até ajudou muito) ser um cara extremamente criativo, com inúmeras idéias sobre produtos inovadores que vendem como água.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-209" title="jobs-apple-2" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/jobs-apple-2-300x288.jpg" alt="jobs-apple-2" width="300" height="288" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quando temos o problema extremamente complicado e temos uma única ferramenta para solucioná-lo, pode até dar certo, mas com toda certeza será uma tarefa extremamente complicada. Ao ler o texto de Kahney percebi algo semelhante nesse sentido. Muitos de nós desenvolvedores de uma só linguagem vemos que todos os problemas do mundo, quando o assunto é software, podem ser resolvidos com aquela linguagem que você mais domina. Pode até ser que sim, mas se o problema for de complexidade extrema ou um problema com uma solução ótima abaixo do aceitável, com toda certeza a linguagem não será sua amiga. O que quero afirmar com isso é que problemas de prego não são solucionados apenas com martelos, sempre há uma solução mais apropriada fora do seu ângulo de visão. Então onde podemos encontrar a solução quando temos problemas dessa categoria? A resposta é simples: fora do seu ângulo de visão e alem do seu conhecimento. Tendo um amplo ângulo de visão é provável que elementos criativos venham a tona de forma natural, como um pensamento. Também problemas sejam resolvidos através de analogias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-212" title="16-paradigma" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/16-paradigma-296x300.jpg" alt="16-paradigma" width="296" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A analogia, na minha opinião, é uma coisa banal quando adaptada a um segmento distindo. Na ciência da computação a analogia está entre os dois extremos. Um dos pontos positivos é adaptar conceitos se segmentos de um ambiente distinto, porém compatível, com em uma área paralela, porém distante.  Viajei um pouco nessa frase, mas se observar-mos essa idéia com carinho com certeza fará sentido. Vamos pegar um exemplo do nosso mundo: A engenharia é uma ciência que está presente na sociedade a séculos. A informática é uma ciência recente que alavancou nos anos 70, lógico que teve sempre em sua base a engenharia. Mas, o pior de tudo é emprestar o nome de &#8220;engenharia&#8221; para a disciplina de desenvolvimento de software. Isso tira toda a particularidade e dinamismo que está nos pilares da construção de software para uma analogia equivocada.</p>
<p style="text-align: justify;">Tirando toda essa falta de criatividade que nos acompanha desde o início da nossa vida profissional, temos que ficar atentos para que o mundo dos paradigmas não nos perturbe, para que possamos expor nossas opiniões e principalmente fazer com que sejam aceitas sem a necessidade de quebrar a grande barreira que domina a mente humana dês do início dos tempos: a hipocrisia. É de se admirar que a maioria das produções inovadoras não venha de universidades e sim de empresas (<a href="http://vitorpamplona.com/lastChanges.pr?page=2">texto de Vitor Pamplona</a>). Isso pode ser explicado pele excesso de ego, burocracia e ao mesmo tempo a hipocrisia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-210" title="einstein" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/einstein.jpg" alt="einstein" width="194" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O tempo fez com que nossos pensamentos se concentrassem em uma determinada faixa de conhecimento. Abrir portas para outras áreas de conhecimento podem fazer de nós melhores pensadores e solucionadores de problemas utilizando ferramentas inovadoras e eficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/31/o-jeito-de-ser-um-visionario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

