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Posts Tagged ‘Java’

Um dia o pilar quebra

October 7th, 2009

Quando uma empresa investe tempo e mão de obra para desenvolver algum framework para seu uso próprio, ou até mesmo minimizar a complexidade da utilização de outros, significa que o nível de maturidade em uma determinada tecnologia se elevou ao ponto tornar o processo de desenvolvimento, com o uso dessa tal tecnologia, mais ágil.

Estratégias utilizadas para obter essa flexibilidade variam dês de desenvolver templates, classes abstratas, soluções que utilizam padrões de projetos que visam a reutilização, desenvolver forks de frameworks open source para se adequarem ao modelo de desenvolvimento da empresa. Essas alternativas visam poupar tempo com situações de um cadastro simples, persistência auditada, autenticação, etc.

Estratégias como essas vieram a tona nos tempos do Struts e dos EJBs 2.*, já que era notável a necessidade de eliminar os detalhes de implementação do struts (forms, templates, actions customizadas, autenticação, acesso a recursos de serviços distribuídos, etc). Já os EJBs, mesmo em versões antigas, demonstram robustez, confiabilidade e segurança para as aplicações corporativas. Daí veio os patterns J2EE, XDoclets com a finalidade de integrá-los e diminuir, pelo menos um pouco, o grau de acoplamento entre os serviços.  Com isso, a estratégia de diminuir o tempo de desenvolvimento seria válido devido a complexidade dessas tecnologias e da grande quantidade de arquivos XML necessário para configurá-los.

Essas tecnologias sobreviveram até hoje e ainda recebem manutenção de empresas que as tem como base de seus serviços. É justificável, pois muitos recursos investidos para o aprimoramento dessas ferramentas geralmente são altos e algumas vezes são peças-chave em vários projetos. Na maioria das vezes, principalmente em projetos com particularidades específicas, as soluções desenvolvidas para o mesmo geralmente tornam-se parte do framework da empresa para, caso necessite, ser utilizada em projetos futuros, fazendo o framework “inchar”.

Vendo esses problemas agora vem uma pergunta no ar: Mas porque cargas d’água fizeram essa joça? Porque deixaram isso acontecer? Ninguém previu isso? Eu também queria a resposta para essas perguntas, porém, muitos fatores podem ter ajudado a formar essa bola de neve; falta de experiência da equipe, má vontade, individualismo, falta de visão. Quem já trabalhou ou trabalha em corporações que tem essa mentalidade sabe do que eu estou falando. É nesse ponto que a compreensão dos pilares que a empresa dispõe para o desenvolvimento de seus projetos.

Quando uma empresa estabelece um pilar sua base deve ser rígida. A rigidez significa aceitar a evolução constante do código e ao mesmo tempo das libs, frameworks e JVMs que serão utilizadas futuramente nos projetos da empresa. Caso isso não aconteça, a base do pilar não suportará a evolução do framework podendo até se quebrar. Com isso, os bugs nos projetos que utilizam uma infra-instrutora arcaica vêm a tona. Quem trabalha especificamente com Java deve ter experiência com essa abordagem.

Uma boa equipe, sendo bem gerenciada, desenvolveria um framework que fosse, no mínimo, flexível. De forma que suporta, no mínimo, atualizações de bibliotecas intermediárias assim como atualizações da JVM, já que está sempre em constante evolução e cada momento seu desempenho está sendo sempre incrementado. Acredito que medidas simples tornariam a infra-estrutural de uma empresa evoluindo corretamente e principalmente independente de framework.

Isso é possível de fazer? Sim! Existem provas? Sim e são bem claras. É possível encontrar isso constantemente em projetos open source. M uma simples lida nos changelogs é possível ver a constante atualização de bibliotecas do projeto, substituição de jars e suas adaptações conforme as mudanças. Isso é um pouco trabalhoso porem recompensável, pois a base do pilar fica cada vez mais forte.

A linguagem Java, juntamente com a JVM, está em constante evolução. Desenvolver projetos (ou frameworks) fadados a utilizar uma versão específica da JVM é desperdício de tempo. Projetos como esses dificilmente suportarão a evolução, a longo prazo, de seus elementos fundamentais (JVM e frameworks). As mudanças ficarão restritas apenas a uma versão específica de sua estrutura, portanto caso cresça muito o pilar irá se partir.

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Por onde anda o Prevayler ?

August 1st, 2009

Lembro-me como fosse hoje quando, fuçando na net, encontrei um texto escrito por Klaus Wuestefeld. O texto iniciava com uma pergunta: Você ainda usa banco de dados? A primeira vista aparentava ser um texto provocativo e por isso decidi da uma lida. Ao ler o texto, o que me chamou mais atenção, foi o fato do framework ser 10.000 vezes mais rápido que bancos de dados relacionais.

Com a curiosidade a tona decidi baixar o JAR, junto com os fontes do projeto, para ver do que se tratava e como era feito essa proeza. Notei que era um framework que fazia um processo de serialização da JVM de forma mais elaborada com logs, transações e integridade dos objetos persistidos. Ou seja, um mecanismo de persistência simples e que atendia a aplicações de pequeno porte. A empolgação foi tanta que até fiz minha monografia da faculdade sobre ele.

Ter disponível um framework que implemente um novo conceito de persistência chamou atenção não só de brasileiros, tanto que muitos desenvolvedores se juntaram no desenvolvimento do frameworks, plugins para Eclipse e uma implementação do SQL para consultar objetos “prevalecidos”. Ma o que aconteceu? Porque não vingou? Bom, a resposta dessas perguntas eu não tenho. As suposições são muitas. Uma delas seria a aceitação e a barreira da mudança de paradigmas. Muitos até tiveram boa intenção de utilizar em suas aplicações. Um exemplo disso é o ThinFeeder e portal JavaFree. Lembro que o JavaFree teve uma série de problemas de concorrência ao disponibilizar o portal com a camada de persistência com prevayler.

Deixei de acompanhar a evolução do framework já faz um tempo, acredito que tenham resolvido os velhos problemas de concorrência, portanto não tenho em detalhes das melhorias e de novas funcionalidades do framework. Porém, acredito que seria uma boa oportunidade de investir na evolução desse framework polêmico. Quem tiver curiosidade o site do projeto está aqui.

O projeto encontra-se maduro, porém, a quebra de paradigmas ainda é uma barreira para a adoção do framework em suas aplicações. Tentar aceitar que um framework de persistência de objetos possa dar conta de suas aplicações tendo uma série de SGDBs disponíveis realmente é uma coisa difícil.

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HTML para formatar texto

June 29th, 2009

Gosto muito dos editores web, como TINYMCE, YOU e FCKEditor pois conseguem incluir formatação de texto com HTML. Facilitam muito o trabalho dos desenvolvedores para incluir soluções complexas de edição de texto. Essas ferramentas são simples de integrar e fáceis de usar, já que é só incluir os arquivos no diretório do projeto e fazer uma chamada simples na página que queira incrementar um textbox. Porém, nem tudo são flores. O problema começa quando existe uma necessidade de exibir o texto, em HTML, salvo por esses editores em PDF.

Normalmente, para os desenvolvedores JAVA, a primeira opção está na utilização do IReport para desenhar relatórios. Portanto, normalmente é feita o desenho, adaptação do relatório com a engine (itext e ireport) na aplicação e pós isso passando a string (ou consultado diretamente) para ser “montada” com o PDF. Consequentemente, o texto será exibido com as tags de formatação HTML. Bom, como podemos fazer com que o texto, fruto dos editores que utilizam formatação HTML, possa ser exibido de forma adequada e com sua devida formatação?

Existem duas alternativas:

  • Caso você utilize uma versão 2.5, ou superior, do IReport, pode marcar a opção Marckup, conforme a figura abaixo. Com isso, todo texto passado será feito um parse para ser exibido apenas o texto com o mínimo de formatação. O problema é que o processador HTML é fraco e não aceita todas as tgs documentadas no W3C.
  • Outra solução seria a solução mais trabalhosa; fazer o parse manual com o JTidy.

ireport_marckup

JTidy é uma biblioteca utilitária para manipulação de arquivos HTML que permite checar sintaxe e a manipulação completa do conteúdo HTML. Com esse utilitário é possível fazer o parse do texto e extraindo o conteúdo passado para o relatório. Porém, caso for necessário utilizar formatação complexa será necessária outra abordagem, já que o conjunto de ferramentas IReport não suporta a formatação completa de documentos HTML. Tomara que os desenvolvedores aprimorem o processador HTML da ferramenta para que possa suportar formatação completa, inclusive o suporte a CSS.

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MMOGs Sobre P2P – JXTA

June 27th, 2009

Olá pessoal,

Dando continuidade na série MMOGs Sobre P2P, apresentarei aqui mais um protocolo para redes P2P que, seguindo algumas premissas que, pode ser utilizado como protocolo de comunicação de peers participantes de games.

Os Games atuais estão exigindo cada vez mais recursos de hardware para apresentar gráficos com maiores detalhes, velocidade e melhor som. Em conjunto com essas características chave está também a conectividade para ter maior interação do game com outros personagens.

Hoje em dia, a camada de conectividade dos MMOGs é desenvolvida utilizando protocolos de baixo nível, devido ao grande úmero de informação que necessita ser transmitida entre os participantes do game. Esses protocolos são desenvolvidos para funcionar apenas na arquitetura Cliente-Servidor, dessa forma, a latência não vai depender apenas da rede, também dependerá do servidor.

Protocolos de alto nível resolvem muito dos problemas de conectividade, porém possuem limitações de latência na transmissão dos dados para o receptor. A explicação para isso é simples. Muitos desses protocolos utilizam XML como mensagens de comunicação. O JXTA é um desses protocolos.

Devido a essa característica existir também no JXTA o desempenho do protocolo perde desempenho, porém ganha em conectividade e flexibilidade. Isso não apenas por ser um protocolo que troca mensagens baseadas em XML mas, por ter uma estrutura completa, repleta de sub-divisões, interfaces e arquitetura bem definida, tudo isso faz do JXTA, não apenas um protocolo, mas um conjunto de protocolos que pode ser utilizado para solucionar problemas de conectividade entre diversos peers em um ambiente P2P.

O que é JXTA.

JXTA não é apenas um protocolo, e sim um conjunto de protocolos encapsulados e organizados com base em suas atividades de empacotamento de forma independente. Esses protocolos garantem a confiabilidade e o roteamento das mensagens que são direcionadas aos peers e grupos.

Protocolos

O JXTA disponibiliza seis protocolos que podem trabalhar em conjunto para prover descoberta, organização, monitoramento e comunicação entre os peers. Esses protocolos são:

  • Peers Resouver Protocol: Consiste de um mecanismo onde os peers podem enviar consultas a rede através de mensagens para obter o conhecimento de alguns recursos existentes na rede. Consistas são direcionadas a todos os grupos ou a um grupo espefífico.
  • Peer Discovery Protocol: Consiste de um recurso de publicação e descoberta de recurso utilizando Advertise. Cada recurso disponibilizado por um peer são enviadas advertise para toda a rede com o objetivo de disponibilizar o serviço. Os advertise são documentos XML que contem informações do peer e dos recursos disponibilizados por eles.
  • Peer Information Protocol: Mecanismo que os peers obtém status de outros peers.
  • Pipe Binding Protocol: Consiste no estabelecimento de um canal virtual de comunicação entre um ou mais peers.
  • Endpoint Routing Protocol: É um mecanismo que permite descobrir rotas para enviar mensagens para um determinado peer. É utilizado especificamente para a descoberta de rotas entre peers.
  • Rendezvous Protocol: Mecanismo na qual os peers podem (ou não) propagar serviços. Este protocolo permite o envio de informações dos peers ou serviço que estão sendo monitorados pelo peer em questão. É utilizado em conjunto com o Peer Resolver Protocol e o Pipe Binding Protocol para propagar mengagens.

protocolo

Cada protocolo citado é independente dos demais. Um peer não requer a implementação de todos os protocolos da arquitetura JXTA, apenas implementa os protocolos que são necessários para o seu uso. Para prover um funcionamento padrão de um peer em uma rede JXTA deve apenas implementar dois protocolos; o Peer Resolver Protocol e o Endpoint Routing Protocol. Esses dois protocolos contem as principais funcionalidades que um peer deve ter na rede, já que é exigida na documentação devido a interoperabilidade com o core do JXTA.

Utilização da Arquitetura nos Games

A arquitetura, juntamente com o modelo de implementação dos protocolos, são bem completos. Com isso, o JXTA é o conjunto de protocolos mais completo quando se trata de arquitetura P2P. Porém, para muitos ele é tido como um elefante branco do P2P.

O conjunto de protocolos disponibilizado pela arquitetura é realmente completo, possibilitando um conjunto de ferramentas para o desenvolvimento de soluções que funcionem sobre uma arquitetura de rede P2P. Porém, o conjunto de protocolos utilizado em larga escala com inúmeros peers demonstra algumas falhas imperceptíveis para algumas aplicações porém, cruciais para os games.

Através de alguns testes de performance com vários grupos, inclusive grupos fora de uma intranet, deixaram a desejar em performance a interoperabilidade. Em alguns casos os grupos que se encontravam fora da rede não conseguiam estabilizar a conexão. Em alguns casos, não era possível encontrar recursos em NATs distintas.

Essa afirmação é válida quando utilizamos alguns dos recursos da arquitetura. A implementação de alguns dos recursos são complexos, principalmente o fato de se estar em atrás de um Firewall com uma NAT. Dentro dessa situação, a comunicação nem sempre é boa, sendo necessário horas a mais para solucionar problemas desse cotidiano.

A descoberta de recursos (grupos, peers e serviços) é lenta, principalmente quando testado em uma rede grande como a Internert. Falo isso pensando nos MMOGs que implementarem sua camada de rede P2P utilizando essa arquitetura. De certa forma ficaria inviável a busca por jogadores na rede, podendo chegar ao ponto de ter grupos de jogadores espalhados e não interconectados.

Acredito que a flexibilidade e a grande quantidade de recursos disponibilizados pela ferramenta ainda não dão suporte completo a imensa troca de pacotes nos games. Não quero afirma com isso a total deficiência da arquitetura, pelo contrário, já que o conjunto de protocolos JXTA está na base do mecanismo de cluster do Glassfish. Por sinal, muito bem implementado e funcionando perfeitamente. Talvez um fork da arquitetura visando apenas na otimização da arquitetura para os Games solucionaria o problema.

A arquitetura JXTA encontra-se nesse momento na versão 2.5 e possui um completo conjunto de soluções voltadas para P2P, inclusive pacotes para c++, .Net e uma adaptação para Mobile JME. Com esse leque de opções tão variado, o JXTA é a melhor opção para desenvolver aplicações P2P escaláveis porem, o desenvolvimento de games como camada de comunicação ainda não é uma boa opção devido latência na transmissão de pacotes e pelo, ainda lento, mecanismo de descoberta de recursos.

Fontes: Especificação JXTA e Documentação

JXTA, Java, P2P - Peer to Peer , ,

MIT Robocraft – Ensino divertido de programação de computadores

May 26th, 2009

Fiquei curioso ao ler uma reportagem de uma revista informando sobre a iniciativa do MIT de disponibilizar o conteúdo de seus cursos na Web. O nome do projeto é entitulado de OpenCourses que consiste também da publicação de vídeos e exames sem a necessidade registro ou autenticação.

chp_robocraft

Passeando pelo tópico de Electrical Engineering and Computer Science, vi uma disciplina um tanto quanto curiosa: 6.370 Robocraft Programming Competition, é um curso de extensão que tem o objetivo de ensinar programação, de forma divertida, através de uma engine de simulação de uma batalha de robôs que são programados pelos alunos. Esse é um dos brinquedos que o pessoal do MIT utiliza nos momentos de lazer.

robocraft1

Software bem parecido com o projeto Robocode, antes patrocinado pela IBM, que oferece um ambiente de desenvolvimento completo para desenvolver o seu tanque e incluir a lógica de batalha. Um projeto interessante tido como auxílio ao ensino de programação. É válido ressaltar que tudo isso é feito com Java.

Simples dica de diversão geek.

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IBM estaria negociando compra da Sun…

March 18th, 2009

Pode ser apenas especulação porém, acredito que seja uma boa para a SUN já que encontra-se em dificuldade de manter seus principais produtos: Solaris, Java e MySQL. Segue o LINK

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Elegância com simplicidade

October 30th, 2008

A pouco tempo, iniciei meus estudos com Ruby em conjunto com framework Rails. Deparo-me, até hoje, com muitas diferenças (principalmente por desenvolver em Java) e muitas delas são extremamente interessantes. Uma das características que me chamou atenção foi a mistura de elegância e simplicidade. Peguei uma pequena implementação do Patter singleton na wikipedia para mostrar a vocês do que eu to falando:

Em Java:
public class Singleton {
private static volatile Singleton INSTANCE;
protected Singleton() {
super();
}
public static Singleton getInstance() {
if (INSTANCE == null) {
synchronized(Singleton.class) {
if (INSTANCE == null)
INSTANCE = new Singleton();
}
}
return INSTANCE;
}
}

Em Ruby:
require 'singleton'

class Example
include Singleton
end

É notável a diferença. Para quem está familiarizado com outras linguagens é normal ficar impressionado com isso. Porém, não podemos nos esquecer que, o Framework ainda apresenta pontos que dificultam sua utilização em aplicações de larga escala.

Acredito que em breve, com o trabalho constante da comunidade, o framework amadurecerá e estará pronto para ser utilizado em aplicações de grande demanda.

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Grid Gain, o pequeno notável

October 28th, 2008

Desenvolver softwares para grades computacionais, além de ser uma tarefa árdua é extremamente complexa, principalmente pela necessidade de manter a escalabilidade dos peers(participantes) estáveis sobre a arquitetura de grid. É necessário se preocupar com detalhes referentes a comunicações, protocolos, paralelismo, tolerância a falhas, entre outras dificuldades que a plataforma apresenta.

Pelo fato da plataforma ser complexa, foram criados inúmeros frameworks com o objetivo de minimizar os detalhes. Entre os mais populares e robustos está o Globus ToolKit , recomendado pela Globus Aliance . O Globus ToolKit é um conjunto de ferramentas que tenta cobrir todas as necessidades relacionadas a Grid Computing. Porém, é complexa e ao mesmo tempo pesada.

Uma alternativa para aplicações de pequeno e médio porte é o Grid Gain. Framework escrito em Java, mantido por Nikita Ivanov, que demonstra ser muito eficiente e simples de utilizar, já que não necessita de muitas das funcionalidades contidas no Globus Toolkit.

Agora, se você for construir uma aplicação que roda na infraestrutura do LHC, SETI@HOME ou similares, aconselho você usar o Globus ou implementar um do zero.

Frameworks, Grid Computing, Open Source , , ,