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	<title>Blog do Alone &#187; Off-Toppic</title>
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	<description>A tecnologia de forma simplificada</description>
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		<title>Steve Jobs por Walter Isaacson. Uma simples opinião.</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelsonsozinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Toppic]]></category>
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		<category><![CDATA[Steve Jobs]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Isaacson]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, Terminei de ler o livro essa semana e queria escrever alguma coisa sobre o que eu li. Também expressar  minha opinião sobre a figura de Steve Jobs. Acredito que não exista nada melhor do que olhar pra trás e ver seus feitos, criações, ideias que foram concretizadas. Também, acredito que deve ser a mesma<a href="http://www.nelsonalone.com.br/2012/01/24/steve-jobs-por-walter-isaacson-uma-simples-opiniao/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá,</p>
<p style="text-align: justify;">Terminei de ler o livro essa semana e queria escrever alguma coisa sobre o que eu li. Também expressar  minha opinião sobre a figura de Steve Jobs.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2012/01/steve-jobs-by-walter-isaacson.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-611" title="steve-jobs-by-walter-isaacson" src="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2012/01/steve-jobs-by-walter-isaacson-300x262.jpg" alt="" width="300" height="262" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que não exista nada melhor do que olhar pra trás e ver seus feitos, criações, ideias que foram concretizadas. Também, acredito que deve ser a mesma coisa quando olhamos em volta, no próprio presente, e vemos os frutos de nossos esforços que foram feitos no passado. Uma vez, ao ler a biografia de Albert Einstein, li uma frase fabulosa; “Quando olhamos para uma fórmula, nos deparamos com números, constantes e símbolos para que nos trás um determinado resultado. Mas, muitas coisas se escondem através dessas formulas, noites em claro, um certo distanciamento dos seus familiares, críticas e esforço pra prova-las para pessoas incrédulas, lágrimas e um pouco de cabelos brancos.  Se conseguíssemos olhar profundamente em cada criação humana poderíamos ver a dor e o sacrifício, que, são sempre maiores que o mérito atribuído pela criação”.</p>
<p style="text-align: justify;">A biografia de Steve Jobs contada por Walter Isaacson teve um grande sucesso em alcançar exatamente o ponto do sacrifício, foco e a dor que envolvem uma criação. Em cada ponto da obra existe conflitos e principalmente a explosão do temperamento de Jobs em diversas situações e momentos, no trabalho, família e amigos. Mesmo assim, em alguns momentos, são feitos que contém méritos, pois, ele conseguia tirar o máximo dos seus funcionários. Coisas que eram declaradas como impossíveis de serem realizadas, eram feitas e no tempo estabelecido por ele. Realmente, devia ser uma coisa estressante trabalhar a base do grito e com um líder que tinha uma constantes explosões de personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos podem afirmar que Jobs era um tremendo de um mal caráter salafrário sem coração. Sim, depois que eu li sua biografia é essa a conclusão que tirei. Até mesmo de leitura das primeiras cinquenta páginas é possível tirar essa conclusão. Mas a questão é: porque isso tudo? Porque ele teve tanto sucesso? Bom. Eu nunca saberei responder porque eu não trabalhei com ele, mas a minha suposição é que: ele utilizava a abordagem do chicote pra tirar todo o potencial de uma pessoa. Se ele visse potencial naquele indivíduo ele iria descasca-lo até conseguir o que queria. Isso não é uma boa abordagem, mas funcionava com ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto estamos tentando diminuir o máximo possível o tempo das reuniões, as suas duravam no mínimo três horas. O fato de ser meticuloso e da necessidade de ter o controle da situação por completo levava ao limite  as pessoas de sua confiança. Uma coisa é certa, o mesmo olhar que via no Senna quando ele conversava com os engenheiros e em suas reuniões. Isso é possível ver em Jobs nos poucos momentos que se deixou filmar trabalhando. A seriedade e a atenção, quase que hipnótica, era perceptível em suas feições quando travam de assuntos do seu interesse. Para Senna, isso era imprescindível, pois tinha um carro inferior aos demais, portanto, era necessário conhecer seus limites ao máximo para poder lava-lo a vitória. Para Jobs, sua ânsia  de criar produtos e, ao mesmo tempo,  a vontade de derrubar IBM tornou-se seu principal elemento de motivação.</p>
<p style="text-align: justify;">A Paixão. Isascson, em muitos pontos do texto, cita a paixão como ponto fundamental para a motivação de Jobs. Acredito que até mesmo para o seu time. Ele conseguia ver isso nos demais. Olhava nos olhos dos seus de seus funcionários tentando encontrar a paixão por produzir coisas novas, de tirar o que tinha em sua cabeça e pode materializar em alguma coisa inovadora. Ele conseguia fazer isso como ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das coisas que Jobs sempre falava era de ter amor e orgulho do que se fabricava. Isso não está na biografia, mas no livro “A Cabeça de Steve Jobs”; quando ele voltou para a Apple, se deparou com inúmeros funcionários falando mal dos produtos que foram criados. Isso deixou Jobs com uma raiva enorme e sempre que escutada isso de algum funcionário ele “estevava” (termo criado pelos funcionários da Apple quando das humilhações que eram feitas em público aos seus funcionários) o sujeito lá mesmo. Só que, em várias reuniões ele mesmo afirmava que os produtos que a Apple fez, até o momento que ele estava fora, era tremenda porcaria. Mas o que ele queria despertar nas pessoas era o amor. A paixão e o orgulho ao ver uma coisa concluída, em fazer parte de um time de estrelas. Acredito que era isso que ele sempre quis enfatizar.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, quando fazemos alguma coisa de valor, seja a mínima possível, gostamos sempre de receber um parabéns, nem que seja um simples tapinha nas costas seguido de um “<em>bom trabalho</em>”. Nesse ponto, não tenho do que critica-lo. Quando Jobs brilhava, seu time pegava carona no seu no seu brilho. Quando um trabalho era bem feito, ele sabia reconhecer o esforço. No texto do Isaacson, ele afirma que Jobs mandou gravar o nome de todos das sua equipe a parte interna do Macintosh, afirmando que aquela era a assinatura do artista.</p>
<p style="text-align: justify;">Em diversos pontos, isso segue com controvérsias. Existem algumas histórias que põe abaixo toda essa afirmação acima. Entre as mais famosas, inclusive contado pelo próprio Woz, foi a redução de uma placa de circuito que Woz fez para Jobs. Jobs levou para a Atari, a empresa que trabalhava na época, e ganhou os méritos e o prêmio em dinheiro devido a esse feito e não contou e também não repassou nada para Woz. Outros histórias, está nas idéias sobre o design dos produtos. Essas reuniões eram constantes que tinha com Ive, porém, em muitas situações, as idéias que Ive tinha Jobs afirmava que eram dele. Não repassava o crédito sobre tais fatores. Muitos vão dizer que era assim que ele era, mas, muita coisa poderia ser feita de forma correta por ele. São pontos que não são importantes, acredito que os devidos méritos poderiam ser dados, já que, os acrescentaria muito para a sua equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do seu diagnóstico do câncer, até o seu tratamento, ficou perceptível a sua doença, principalmente pela rápida perda de peso. Porém, uma coisa de se admirar em pessoas complexas, principalmente em Jobs, é o fato da doença não o deixar-se abalar. Era perceptível que havia alguma coisa errada. Porém, poucas vezes se deixou abalar. Em suas apresentação, apesar da perceptível perda de peso, ele nunca expôs seus problemas de saúde a público. Até o ultimo momento que suas forças permitissem ele trabalhou. Se a empresa que ele criou é dessa forma, acredito que seja por essa força que foi reerguida está onde está. A cara da Apple e Pixar está um Jobs, carrancudo, mal criado, agressivo, astuto e falastrão, mas funcionou (It’s work).</p>
<p style="text-align: justify;">Só mais uma coisa (<em>Just one more thing</em>). O fato da teimosia de prevalecer o controle e da convergência de hardware e software o levou a batalhas estremas. No início da Apple, ele levou isso até o seu limite. Após a fundação da NeXT, seu lema continuou. Quando voltou para a Apple, levou isso com sangue. Ao olhar para trás, quando o mundo corria para a liberdade do software para ambientes padronizados e sem controle, Jobs acreditava que o controle estava na convergência do hardware com o software. Vendeu poucos produtos e perdeu mercado, porém, seus produtos funcionavam e bem. Utilizar a convergência, ter o controle do início ao fim da experiência do usuário no uso do computador deu certo para Jobs. Nos últimos dias de sua vida até Bil Gates reconheceu seus feitos, porém, afirmou que isso tudo funcionava apenas com Jobs. Jobs discordou. Mas na minha opinião, Gates estava certo. Acho que poucos teriam a teimosia de manter esse pontos integrados com tanto vigor.</p>
<p style="text-align: justify;">A informática é  uma ciência ainda jovem. Vemos seus protagonistas irem embora a cada ano que passa. Pessoas boas, como Dennis Ritchie, acredito eu como principal colaborador dessa ciência. Porém, temos que dar méritos também a esse louco. Criar produtos, cujo termo mais propício para descreve-los seria “humanizados”, que eram sucesso a cada lançamento não são feito por pessoas comuns. Não que eu diga que Jobs era uma pessoas diferente de nós, mas o que nos difere de pessoas como essas é que a paixão estava nas coisas que ele fazia. A vontade de mudar o mundo “Pensando Diferente” são pontos de méritos.</p>
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		<title>Descrença dos serviços 3G</title>
		<link>http://www.nelsonalone.com.br/2010/08/06/descrenca-dos-servicos-3g/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 04:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelsonsozinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Toppic]]></category>
		<category><![CDATA[3g]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[Em alguns posts optei por dar dicas de configurações de redes 3G no Ubuntu, isso tudo baseado em minha experiência que tive com esses recursos devido ao fato de não haver nenhum tipo de solução de internet que houvesse cobertura onde estou morando. Tudo que fiz foi resultado do sucesso que tive configurando o modem<a href="http://www.nelsonalone.com.br/2010/08/06/descrenca-dos-servicos-3g/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em alguns posts optei por dar dicas de configurações de redes 3G no Ubuntu, isso tudo baseado em minha experiência que tive com esses recursos devido ao fato de não haver nenhum tipo de solução de internet que houvesse cobertura onde estou morando. Tudo que fiz foi  resultado do sucesso que tive configurando o modem da melhor forma possível nessa distribuição. Tive muita dificuldade no início mas, depois que você pega a prática e entendo como funciona, tudo fica mais fácil.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo funcionou perfeitamente mas, o serviço oferecido por essas operadoras (que não vou citar nome porque são todas) é precário para a região norte. A banda que disponibilizam é até razoável pelo preço (500 kbps e 1mb) nas a qualidade é uma porcaria. Para se ter ideia, fiz uma ligação via slype para uma pessoa da mesma cidade e foi um transtorno. A perda de pacotes era tanta que  foi impossível ter uma conversa descente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em fim, a empresa, na qual era cliente, cobriu a área que moro e imediatamente solicitei troca de endereço. No momento, não estou contente com o serviço mas, apesar do link ser bem baixo, estou menos descontente do que estava quando era cliente dos serviços 3G da operadora.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No momento, o Brasil todo sofre com qualidade de serviços precários quando se trata de internet, principalmente no norte do Brasil onde é uma área isolada e de acesso bem limitado. Estamos torcendo para que a infraestrutura de rede que vem da Venezuela possa suprir a grande demanda por acesso a rede e por um pouco de concorrência no mercado.</p>
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		<title>Modem HUAWEY no Ubuntu 9.10. Resolvido</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 01:18:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelsonsozinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Toppic]]></category>
		<category><![CDATA[3g]]></category>
		<category><![CDATA[huawei]]></category>
		<category><![CDATA[modem]]></category>

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		<description><![CDATA[A solução é mais simples do que parece. O pior de tudo é que estava sempre lá debaixo da fusa. Resumindo os fatos. Após instalar os módulos necessários, usb_modemswitch e o usbserial, o modem aparecia no resultado do comando lsmod mas não aparecia como driver de dispositivo, só funcionava quando iniciava o pc com o<a href="http://www.nelsonalone.com.br/2010/04/29/modem-huawey-no-ubuntu-9-10-resolvido/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->A solução é mais simples do que parece. O pior de tudo é que estava sempre lá debaixo da fusa.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo os fatos.</p>
<p style="text-align: justify;">Após instalar os módulos necessários, usb_modemswitch e o usbserial, o modem aparecia no resultado do comando lsmod mas não aparecia como driver de dispositivo, só funcionava  quando iniciava o pc com o modem espetado na USB, uma forma bastante deselegante. Tentei de várias formas de solucionar esse problema, li diversos tutoriais e mesmo assim não conseguia fazer o modem subir aós o pc ligado.</p>
<p style="text-align: justify;">Solução.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao executar o comado usb_modemswitsh verifiquei que faltava um arquivo de configuração para executar o comendo com sucesso. Li o manual do programa e encontrei onde esse arquivo de configuração é armazenado. Lá são armazenados inúmeros arquivos contendo configurações para diversos modens de vários fabricantes. Veio a dúvida; como eu vou encontrar o meu nessa lista de arquivos? Lembrei do resultado do comando lsusb. Lá tinha a descrição do modem e um número que que era o mesmo de um arquivo que estava lá.</p>
<p style="text-align: justify;"><code><br />
<span style="font-size: x-small;">Bus 004 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub </span></code></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Bus 003 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Bus 005 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Bus 002 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Bus 001 Device 004: ID 12d1:1446 Huawei Technologies Co., Ltd</strong>. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Bus 001 Device 002: ID 04f2:b008 Chicony Electronics Co., Ltd USB 2.0 Camera </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Bus 001 Device 001: ID 1d6b:0002 Linux Foundation 2.0 root hub </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">Com isso foi moleza fazer funcionar esse cara. Era só digitar o comando sudo usb_modemswitch -c  /etc/usb_modeswitch.d/resultado_do_comando_lsusb, ele vai tentar encontrar o seu modem como descrito no arquivo de configuração e pronto. Após isso ele vai aparecer como um dispositivo de I/O e aós isso é só wxecutar o seu wvdial de acordo com suas configurações. Ex:</p>
<p style="text-align: justify;"><code><br />
<span style="font-size: x-small;"><strong> sudo usb_modeswitch -c  /etc/usb_modeswitch.d/12d1\:1446 </strong></span></code></p>
<p style="text-align: justify;">Inicia o processo de identificação do modem e montagem automática do modem. E depois:</p>
<p style="text-align: justify;"><code><span style="font-size: x-small;"><strong>sudo wvdial vivo</strong></span><br />
</code></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Pronto. Modem montado e conectado na internet via interface 3G. Para ser mais específico, meu modem é um Huawei E1756 e minha operadora é a VIVO.</p>
<p style="text-align: justify;">[]s</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Modens 3G. Suporte medíocre para Linux</title>
		<link>http://www.nelsonalone.com.br/2010/04/02/modens-3g-suporte-mediocre-para-linux/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 02:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelsonsozinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Toppic]]></category>
		<category><![CDATA[3g]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[modem]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito tempo sem postar, é verdade. Mas estou voltando a postas, não com tanta frequência. Recentemente, comecei a utilizar o Ubuntu 9.10 por necessidade, principalmente para usufruir das facilidades do Shell devido a alguns aplicativos que iria desenvolver. Utilizei Linux durante um bom tempo, especificamente o Slackeare 9.0, e hoje me deparei com um Linux<a href="http://www.nelsonalone.com.br/2010/04/02/modens-3g-suporte-mediocre-para-linux/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muito tempo sem postar, é verdade. Mas estou voltando a postas, não com tanta frequência.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, comecei a utilizar o Ubuntu 9.10 por necessidade, principalmente para usufruir das facilidades do Shell devido a alguns aplicativos que iria desenvolver. Utilizei Linux durante um bom tempo, especificamente o Slackeare 9.0, e hoje me deparei com um Linux extremamente amigável e fácil de utilizar, foi empolgação de primeira. Copiz melhorado, som funcionando com o chaveador de fones de ouvido, suporte e Wifi, etc, etc e etc. Porém, tive uma decepção, não com o sistema operacional, mas com os desenvolvedores de drives dos modens 3G, simplesmente o suporte a Linux é deprimente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fazer com que o modem funcione nem sempre chega a ser trivial, principalmente quando o software de discagem não te dá alternativas de edição de DNS (já que queria utilizar os DNS do google 8.8.8.8 e 8.8.4.4), a cada nova conexão o endereço mudava. Para navegar na internet era necessário clicar no ícone do navegador que fica no software, só então o software disponibilizava o acesso. Lógico que isso não é conveniente pra ninguém, para ser mais comodo, resolvi baixar e configurar o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wvdial">wvdial</a> como discador para modem adicionando as <a href="http://ubuntuforum-br.org/index.php?topic=61928.0">configurações extras</a>. Um detalhe, o modelo do modem é o Huawei E1756, talves não funcione em outros modens. Após toda essa dor de cabeça, resolvi desinstalar o software discador que veio com o modem e utilizar o wvdial.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando que tinha resolvido tudo, me daparo com mais um problema; a única forma de fazer o modem funcionar era espetando o mesmo na usb anter de carregar o sistmea, só assim que ele era reconhecido. O pior que ainda não resolvi o problema e não consigo nem montar o dispositivo como storage. Fiz de tudo, carreguei os módulos, tentei montar pelos dispositivos /dev (tendo como base o comando lsusb), e não consegui. Em fim, o suporte para sistemas “Não Microsoft” continuam escassos, já que, os usuários Apple também tem diversos problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa vez postei uma solução incompleta, já que, estou meio inferrujado com Linux, por enquanto estou na readaptação. Esse post serviu mais como um pedido de dica do que uma solução, quem tiver podem comentar. Estou cassando diversos tutoriais para solucionar esse problema e caso solucione, estarei postando.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">[]s</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Desigh X Negócio</title>
		<link>http://www.nelsonalone.com.br/2010/01/02/desigh-x-negocio/</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 19:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelsonsozinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Off-Toppic]]></category>

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		<description><![CDATA[Trabalho em uma empresa de tecnologia, especificamente desenvolvendo software, e também trabalho como freelancer nas horas vagas (que no momento são cada vez mais raras). Ganhei conhecimento e experiência participando como desenvolvolvedor,  a vezes como quadjunvante, nos projetos que apareciam, sendo que, a sua maioria eram de projetos WEB e alguns poucos eram de frameworks<a href="http://www.nelsonalone.com.br/2010/01/02/desigh-x-negocio/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Trabalho em uma empresa de tecnologia, especificamente desenvolvendo software, e também trabalho como freelancer nas horas vagas (que no momento são cada vez mais raras). Ganhei conhecimento e experiência participando como desenvolvolvedor,  a vezes como quadjunvante, nos projetos que apareciam, sendo que, a sua maioria eram de projetos WEB e alguns poucos eram de frameworks e desktops. Suas finalidades também eram variadas, desde serviços até websites para vender produtos, porém, uma coisa me deixava muito frustrado, a dificuldade de não saber elaborar uma interface intuitiva e ao mesmo tempo simples, resumindo, tinha inveja (e tenho até hoje) dos designs.</p>
<p style="text-align: justify;">Dediquei meus estudos para conhecer linguagens de programação, frameworks, processos, padrões, boas práticas, ferramentas, etc, mas nunca me dediquei a aprender alguma coisa de design.  Digo que design não significa manipular imagens, HTML, CSS, Photoshop, etc. o termo significa muito mais que isso, significa ter em mente a melhor forma de apresentar um produto, impacto visual, chamar o cliente, ou melhor, possuir o “conhecimento artístico” de como tocar um cliente através da arte.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-403" title="passionate-design_id820440_size400" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/passionate-design_id820440_size400-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Vi que isso era de extrema importância depois tentar fazer uma interface, para uma necessidade específica, que iria utilizar em um projeto. Tinha a idéia mais não tinha capacidade para colocar em prática. Frustrado com minhas tentativas em vão, consultei alguns colegas que são web designs e solicitei uma ajuda no que eu estava fazendo. Depois de alguns minutos expondo minhas idéias ele me surpreendeu afirmando que eu não sabia o que eu estava fazendo, ou seja, tinha o problema, mas formulou sua resolução de forma errada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais ele falava mais ficava desapontado, pois realmente, o que eu tinha em mente não tinha bulufas com a solução do problema. Para tentar mostrar melhor, ele desenhou a interface toda na minha frente mostrando o porque de cada elemento contido na tela, achei isso fantástico, além do mais, ganhei a interface de graça e utilizo até hoje no projeto. Analisando isso, me questionei sobre a vantagem de ter designs em empresas que desenvolvem software, seja web ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">No ponto em que fui ajudado, todas as regras de negócio já estavam completamente desenvolvidas e testadas para solucionar o problema. Tratando a interface como um item sem importância, vi que estava completamente errado sobre quase tudo que tinha feito. Ou seja, o problema que aconteceu foi que não me preocupei com a apresentação para o cliente. É obvio que, tendo uma interface sem a regra de negócio o sistema não funciona, porém, se tendo a regra de negócio e não tendo uma interface funcional e também intuitiva o fator psicológico entra em cena. Isso é fácil de exemplificar; É só observar o comportamento de uma pessoa que utiliza uma família sistema operacional quase que</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-404" title="web_design" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/web_design-300x287.jpg" alt="" width="300" height="287" /></p>
<p style="text-align: justify;">a vida toda e força-la  a utilizar um sistema sem sua interface que estava acostumada. Acreditem, já vi isso acontecer e quem se ferra é o setor de suporte.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, voltando ao assunto, é óbvio que a necessidade de ser ter uma equipe de design é importantíssima. A Apple faz disso o seu principal elemento de desenvolvimento de produtos e venda, eles levam a sério o Design Funcional. A Microsoft incorpora o design no seus produtos voltados para usuários comuns e incorpora o design ao produto de forma intuitiva que ajuda o departamento de vendas a fazer o seu papel de forma agressiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Descrevi minha experiência frustrante de tentar fazer um trabalho de design sem o conhecimento adequado para isso. Respeito muito o trabalho desses caras porque, sem eles a web (WWW) não era um elemento tão atrativo como é hoje, e o marketing não seria são eficiente como é hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">[]s</p>
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		<title>IDE. Isso é bom?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 09:49:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelsonsozinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Toppic]]></category>
		<category><![CDATA[ide]]></category>
		<category><![CDATA[uml]]></category>

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		<description><![CDATA[A maneira como desenvolvemos software tem influência direta no produto final, seja positiva ou negativa. Fases são importantes e principalmente a maneira com que passamos por elas no ciclo de vida do produto que está sendo desenvolvido. Para tal, aprendemos a utilizar os processos e boas práticas com o objetivo de agregar qualidade ao produto<a href="http://www.nelsonalone.com.br/2009/11/06/ide-isso-e-bom/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A maneira como desenvolvemos software tem influência direta no produto final, seja positiva ou negativa. Fases são importantes e principalmente a maneira com que passamos por elas no ciclo de vida do produto que está sendo desenvolvido. Para tal, aprendemos a utilizar os processos e boas práticas com o objetivo de agregar qualidade ao produto e conclui-lo no prazo especificado. Quem é, ou foi, aluno de faculdade deve ter vivenciado resenhas que ditam o mundo perfeito repleto de recursos separados por seus devidos papeis em um modelo cascata linear e com suas atividades e fases. Aprendem que um ambiente repleto de analogias e semelhanças e adaptações de paradigmas resolvem todos os problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">A preparação para tal inclui uma carga massiva de conceitos, boas práticas, UML e Java, bastante Java. Normalmente aprendemos que o Windows é uma porcaria e que o Linux é o melhor sistema operacional. Aprendemos utilizar meia dúzia de comandos e palavras reservadas de C e pensamos que somos programadores da linguagem. Ou melhor, recebemos uma carga de informações que, de certa forma, não são úteis para as tarefas profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando deixamos boa parte do jargão acadêmico para trás, ou melhor, quando iniciamos nossa vida profissional nos deparamos com situações completamente diferentes que requer sempre mais do que fazemos e uma carga de informação cada vez mais abrangente e atualizada.  Requer que você se adapte as regras de uma empresa e utilize as ferramentas que ela dispõe para você trabalhar.</p>
<p style="text-align: justify;">A o iniciar um novo projeto de software, normalmente trabalhamos em etapas ou fases. Cada uma dessas fases tem suas particularidades onde a equipe, normalmente especialistas em suas funções, desenvolve seu trabalho para passar o resultado para a fase posterior. A particularidade é tanta que, em alguns casos, é necessário ferramentas específicas para a área. Porém, quando uma equipe consegue maturidade, principalmente trabalhando nas ferramentas que tem, sempre tem alguém afirmando que o desempenho deve ser melhorado e o que está impactado é a ferramenta que utilizamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente utiliza-se UML para desenhar diagramas em algum modelador para visualizar nossas idéias da forma mais genérica e abrangente possível. Normalmente, verifica-se que o modelo que desenhamos está enorme e nos convencem de que precisamos de uma ferramenta CASE para organizar melhor o nosso modelo, auto documentá-lo e ao mesmo tempo integrado ao sistema de controle de versão para disponibilizá-lo para outro participante. Posteriormente descobre-se que a ferramenta não foi projetada para integrar com o sistema de controle de versão utilizado pela empresa e nos convencem de que precisamos de um que se integre com a ferramenta para que possamos continuar nosso trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Utilizando nosso editor predileto iniciamos uma das fases mais importantes de um projeto de software; a codificação. Nosso editor nos permite trabalhar com diversas linguagens de programação, já que textos abrem em todo editor. Nosso compilador trabalha muito bem e faz tudo o que se propõe a fazer para que possamos trabalhar tranquilamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Criamos um buildscript que integra nosso ambiente (na verdade solto) e criamos algumas tasks para automatizar nossas atividades. Isso facilita muito a vida de quem lida com projetos com grande quantidade de fontes e que sempre tem que gerar builds em determinado dia da semana. Alguns, vendo que utilizamos ferramentas não semelhantes (normalmente em um terminal de comando) que eles sempre vão nos questionar se nossa produtividade está aquém do que foi combinado e outros vão indica-lo uma IDE para fazer o trabalho automatizado sem saber que o trabalho atual está automatizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Gosto muito de um <a href="http://www.akitaonrails.com/2009/09/17/tradu--o-os-problemas-do-pensamento-do-visual-studio-e-outras-ides">artigo escrito pelo Akita</a> onde ele fala da faca de dois gumes de utilizar IDEs para desenvolver softwares. Diga-se de passagem, gosto muito de IDEs, mas o problema é que geram um tipo de dependência que influencia em todas as suas atividades. Utilizo várias IDEs e sei do que estou falando. Desenvolvi muitos projetos com IDEs e alguns sem elas e vi que existem formas e maneiras, benefícios e malefícios, porém a dependência gerada é extrema.</p>
<p style="text-align: justify;">Nelson.</p>
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		<title>Versão Genial de Stand By Me</title>
		<link>http://www.nelsonalone.com.br/2009/08/08/versao-genial-de-stand-by-me/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 17:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelsonsozinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Toppic]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>

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		<description><![CDATA[Não costumo adicionar conteúdo off-toppic nesse blog mas, pra quem gosta de boa música, essa versão de Stand By Me (John Lennon) com artistas de rua é brilhante. Parabéns ao pessoal da SXSW. []s xLDen&#62;pt GoogleC Parabens]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não costumo adicionar conteúdo off-toppic nesse blog mas, pra quem gosta de boa música, essa versão de Stand By Me (John Lennon) com artistas de rua é brilhante. Parabéns ao pessoal da <a href="http://sxsw.com/">SXSW</a>.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/cI_0Hyn57Lk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/cI_0Hyn57Lk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>[]s</p>
<div id="gmBFtt" style="border: 1px solid black ! important; margin: 0px ! important; padding: 2px ! important; left: 329px ! important; top: 51px ! important; visibility: visible ! important; display: inline ! important; width: auto; height: auto ! important; position: absolute ! important; background-color: #a8ecff ! important; font-family: arial ! important; font-size: 12px ! important; line-height: normal ! important; font-weight: normal ! important; color: #000000 ! important; text-align: left ! important; z-index: 1410065406 ! important; vertical-align: middle ! important;">
<div style="border-bottom: 1px dotted black ! important; padding-bottom: 2px ! important; padding-top: 2px ! important;"><span id="bfcloseButton" style="border: 1px dotted gray ! important; margin: 1px ! important; padding: 0px 5px ! important; cursor: pointer;" title="Close BabelFish tooltip">x</span><span id="bfconfigButton" style="border: 1px dotted gray ! important; margin: 1px ! important; padding: 0px 5px ! important; cursor: pointer ! important;" title="Language configuration">L</span><span id="bfdetectButton" style="border: 1px dotted gray ! important; margin: 1px ! important; padding: 0px 5px ! important; cursor: pointer;" title="Detect and set language">D</span><span id="bflangsSpan" style="border: 1px dotted gray ! important; margin: 1px ! important; padding: 0px 5px ! important; cursor: pointer ! important;" title="From English To Portuguese (switch direction)">en&gt;pt </span><span id="bfsvcSpan" style="border: 1px dotted gray ! important; margin: 1px ! important; padding: 0px 5px ! important; cursor: pointer ! important;" title="Translation service: Google (switch service)">Google</span><span id="bfclipboardSpan" style="border: 1px dotted gray ! important; margin: 1px ! important; padding: 0px 5px ! important; cursor: copy ! important;" title="Copy result to clipboard">C</span><img id="bffishImg" style="border: medium none  ! important; margin: 0px ! important; float: none ! important; vertical-align: top ! important; cursor: pointer ! important; display: inline ! important;" title="Click to translate" src="data:image/gif;base64,R0lGODlhEAAQAOYAAP////7+/qOjo/39/enp6bW1tfn5+fr6+vX19fz8/Kurq+3t7cDAwLGxscfHx+Xl5fT09LS0tPf398HBwc/Pz+bm5gMDA+Tk5N/f38TExO7u7pqamsLCwtTU1OLi4jw8PKioqLCwsPLy8q2trbKystvb26qqqtnZ2dfX17u7uyYmJs3NzdjY2Lm5uZ6ensvLy66urvv7++zs7FJSUurq6oWFhfb29kpKStzc3AwMDNHR0aSkpCkpKefn511dXb29vaenp8zMzLe3t/Hx8dDQ0FlZWWZmZsrKyqampvDw8ODg4Li4uL+/v+jo6PPz88jIyHp6eqWlpb6+vk5OTsPDw8bGxsXFxRQUFGpqat3d3fj4+NbW1rq6ury8vJCQkG5ubhwcHN7e3paWloKCgoyMjImJiWFhYXR0dFRUVIeHh5OTk0ZGRo6OjldXV39/fzIyMnd3d9ra2nx8fDY2NnFxcUFBQWxsbJSUlHh4eKGhoaKioi0tLSMjI4CAgNLS0qysrCH/C05FVFNDQVBFMi4wAwEAAAAh+QQEBQAAACwAAAAAEAAQAAAHyIAAggADgi1oCYOKghVfHQAbVwkHLSWLAE1vPgBqYAAUAj2KFQQAETw/ZXwrOy8ABwQBA2NFPwg+XjoFUSE2FREgEgAYNTNwNlqCk08CBReKL1GFih0sgyk7USAelxAOEwxHQGxeYmGXIi0kDVKDFzoBixjPgxIZG38xiz8CVCIAAZYICOKtA4QhSrogYAHEhAEAJSoAICDgxIsCDwRsAZDkxDQABkhECJBhBAArUTRcIqDgAQAOCgIggIHiUgBhAFakiGcgkaBAACH5BAQFAAAALAAAAAANAAsAAAdvgACCAAOCG3SFg4IXcDgAX3MDWjdMgzI+bgBnHwB3Fg4ADxoAHGgcUDcnFnSEYmNBEnIuOgwgKjIVABUCcmISB4IHIksCg1tcAYoAHSxBP0IFPcoAEA4TDQ0FTdMiLYMLYcmKGBcABhRIITHKPwKBACH5BAQFAAAALAAAAAAQAAgAAAdkgACCAAOCCmSFg4oAPWIPAGVmA04+XYsASWMuAGxGnDxUigROAERQHRtYKDw1AAZZAQMRIHEGG1wYQQ1rMh1FORoAGgwCEQYxggkQchZvBQGDF0TQiml3gysME1ULl00bTAxHgQAh+QQEBQAAACwDAAAADQAKAAAHZ4AAAQAAUkADhIkAMgUEAEhpAwhjRIkIJgUAIGUAAlM6ihh6KCNkODMuABAYATgHXFQXKEx2MlZTdTYCQjEJhAkIbjwzPwEXRIOKG0CJVQuKhBdpZGIwBU3QADgfPCpTC2HJiSFdiYEAIfkEBAUAAAAsBQAAAAsADgAAB3mAAAA6TAGChwALABwmARIuHYcpABlAAC1QOIcCHg55F3IFADYeAVwUMjhBXkkUXz42MQmCA1piM2dBAYaII6KIiE1jX1hkwAAeRTdrX7yHJA6HMYgBN3x5ig4dEEMsRhd3V21aAicvBQ96UgBbGwkRARkjAFZRioKBACH5BAQFAAAALAgAAQAIAA8AAAdigAoBBy0lAIcjABQCFYcAITI7LwBaFwEPWSFOcWpjNgADBiNQYiyOABxPp4cLG2U1Lo49UF92ZY4FVqsBZipnSgAXJm0EAm9vNmRLFgUAcSQDiT58BI6CF2DNhykBACIJjoEAIfkEBAUAAAAsBgACAAoADgAAB22AABkjABQCPQCJHg4hMjsvAAcEARQyD1khNhURIBIJiQMHTwIhGImnAEeQqKcaI0g7BawyG15eSKwcK6yJAWMzZA8AO0pxQmYEBUVmWiFfbQ4qLgAeRwMDPlMAZzwoqGhTARVrUqhQcAMAnqeBACH5BAQFAAAALAMABQANAAsAAAdygAJCMQkAAAMHTwIFFwAXRAGGkh0sklULkpIQDhMMRwVNmYYaJgohUgsskZlEKJJIbQiZAXpQIDIALR5GYhcYGW4aR301WgATYBFjaCszIQAERAMaPHADZ3UAajNhlh84AF9zAzJGVZIDsgBeWIVahYaBACH5BAQFAAAALAAACAAQAAgAAAdlgBMNDUAoAIeIIi0kDVKIFAIDiIcYF5NDUDl7NpMAKQJUIgAJHzkbBFAbND0dGyIoQCYGAEtZAEcqChtnJ1AcAEknkodDN1MDXmYAI3IVnQAdcxMAZD4BSWUvzwEQhztjkloJiIEAIfkEBAUAAAAsAAAGAA0ACgAAB2SAAIJWGwOChx0sUDMzZkGHhxAOfUVtRRmQgiIthywkhpAYFwBDZHt1Epk/AgNGfGU9Yn8LMihdCCwAR5gdM0shaiV5W5AQX3QBIGUAP1EahxdGKwBINQEiMCiHAakAKS6GBgmBACH5BAQFAAAALAAAAwALAA0AAAdygABPGAA6Ah4OITI7Az5XLiJYGTIPWSEATWx8c04xAAADB58ADmQDo59eWF9wHaifeGs3aEevqCUMp68QSG1GBq8DblMuCw0MQ0NKXQAUFAAYUA5MBQ8CozZeagE/IwBWow81JwATCgEIowESnyspAQCBACH5BAQFAAAALAAAAAAIAA8AAAdhgACCAAmCOoM4b4ccg0N8dQAZACgeAFUWIQ0DM3MKCGhQJ5NYKmgIB4MAHF4DgjtlZGolg2RYWGcoqYIXRAGDEiluZagAAxtQBUkZHRAAfnEAPQInL4MGJBEBkoIECg+qgQA7" alt="" /></div>
<div style="width: auto; color: #000000 ! important;">Parabens</div>
</div>
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		<title>O jeito de ser um visionario</title>
		<link>http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/31/o-jeito-de-ser-um-visionario/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 15:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelsonsozinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Toppic]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[jobs]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá pessoal.. Vi que muitas pessoas postaram em seus blogs resenhas e opiniões (muitas positivas) em seus blogs sobre o livro. Mas o que falarei aqui será sobre minha surpresa em observar a ligação entre conhecimento em outras áreas e a geração de idéias com bases em conceitos distintos obtidos em mundos recém conhecidos. Uma<a href="http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/31/o-jeito-de-ser-um-visionario/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Olá pessoal..</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Vi que muitas pessoas postaram em seus blogs resenhas e opiniões (muitas positivas) em seus blogs sobre o livro. Mas o que falarei aqui será sobre minha surpresa em observar a ligação entre conhecimento em outras áreas e a geração de idéias com bases em conceitos distintos obtidos em mundos recém conhecidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-204" title="jobs" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/jobs.jpg" alt="jobs" width="180" height="180" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Uma vez passeando próximo a uma livraria, vi um livro que eu estava procurando a bastante tempo, na mesma hora entrei na livraria e comprei. Sempre tive simpatia pelos belos produtos desenvolvidos pela Apple, coisa que me levou a admirar e a respeitar as pessoas que estão por trás dessa grande empresa e principalmente o CEO. Steve Jobs.  Não é todo dia que um cara que foi praticamente chutado da empresa que fundou e volta das cinzas para com NEXiT, Pixar e por esculhambação entra pela porta da frente na Apple.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse fato realmente é uma tremenda vira-volta na vida de qualquer ser-humano e também aqueles que estão ao seu redor. Isso prova que o cara tem realmente uma estrela que só diminuiu a luz temporariamente. As dificuldades vieram a tona e através de um jeito inusitado e excêntrico, ou resumindo, criativo. O fato de ser multidisciplinar e flexível o levou a criar uma série de produtos premiados, com designs inovadores, simples e ao mesmo tempo funcional.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-208" title="arte1" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/arte1-300x253.jpg" alt="arte1" width="300" height="253" /></p>
<p style="text-align: justify;">Bom, mas porque eu estou rasgando ceda pra uma pessoa que nem me conhece, por não trabalhar em sua empresa e por não gostar (apesar de funcionar) de suas técnicas motivacionais? O que me chamou atenção ao ler o livro de Leander Kahney foi simplesmente o fato de uma pessoa conhecer eletrônica, circuitos integrados, sistemas operacionais, caligrafia, arte, marketing, design e etc. Mas porque tantas coisas nada em comum? Isso é simples de responder.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu estava na graduação tive um professor de calculo que me falou o seguinte: &#8220;Se seu currículo está repleto de qualificações técnicas, então isso é excelente. Um mérito seu com certeza. Mas faça um curso de culinária, pintura, degustação de vinhos, dança de salão e coloque no seu currículo como atividades extras&#8221;. Logicamente quando escutamos isso achamos isso hilário. Mas ao ler esse livro vi que ao designar nosso tempo para atividades extra uma coisa boa pode acontecer. Pode despertar a criatividade com novas descobertas e ao mesmo tempo evitando ficar bitolado apenas com que você conhece, fazendo também aplicar o resultado dessas atividades no seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso aconteceu com muitos dos produtos da Apple. É possível encontrar traços das curvas dos BMW nos IPods, iMacs e MacBooks. Resultado das contínuas aulas de caligrafias e budismo onde surgiu a inspiração para Mac OS, Mac OS X e o Leopard. As inúmeras atividades alternativas que Steve Jobs o proporcionou (ou até ajudou muito) ser um cara extremamente criativo, com inúmeras idéias sobre produtos inovadores que vendem como água.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-209" title="jobs-apple-2" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/jobs-apple-2-300x288.jpg" alt="jobs-apple-2" width="300" height="288" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quando temos o problema extremamente complicado e temos uma única ferramenta para solucioná-lo, pode até dar certo, mas com toda certeza será uma tarefa extremamente complicada. Ao ler o texto de Kahney percebi algo semelhante nesse sentido. Muitos de nós desenvolvedores de uma só linguagem vemos que todos os problemas do mundo, quando o assunto é software, podem ser resolvidos com aquela linguagem que você mais domina. Pode até ser que sim, mas se o problema for de complexidade extrema ou um problema com uma solução ótima abaixo do aceitável, com toda certeza a linguagem não será sua amiga. O que quero afirmar com isso é que problemas de prego não são solucionados apenas com martelos, sempre há uma solução mais apropriada fora do seu ângulo de visão. Então onde podemos encontrar a solução quando temos problemas dessa categoria? A resposta é simples: fora do seu ângulo de visão e alem do seu conhecimento. Tendo um amplo ângulo de visão é provável que elementos criativos venham a tona de forma natural, como um pensamento. Também problemas sejam resolvidos através de analogias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-212" title="16-paradigma" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/16-paradigma-296x300.jpg" alt="16-paradigma" width="296" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A analogia, na minha opinião, é uma coisa banal quando adaptada a um segmento distindo. Na ciência da computação a analogia está entre os dois extremos. Um dos pontos positivos é adaptar conceitos se segmentos de um ambiente distinto, porém compatível, com em uma área paralela, porém distante.  Viajei um pouco nessa frase, mas se observar-mos essa idéia com carinho com certeza fará sentido. Vamos pegar um exemplo do nosso mundo: A engenharia é uma ciência que está presente na sociedade a séculos. A informática é uma ciência recente que alavancou nos anos 70, lógico que teve sempre em sua base a engenharia. Mas, o pior de tudo é emprestar o nome de &#8220;engenharia&#8221; para a disciplina de desenvolvimento de software. Isso tira toda a particularidade e dinamismo que está nos pilares da construção de software para uma analogia equivocada.</p>
<p style="text-align: justify;">Tirando toda essa falta de criatividade que nos acompanha desde o início da nossa vida profissional, temos que ficar atentos para que o mundo dos paradigmas não nos perturbe, para que possamos expor nossas opiniões e principalmente fazer com que sejam aceitas sem a necessidade de quebrar a grande barreira que domina a mente humana dês do início dos tempos: a hipocrisia. É de se admirar que a maioria das produções inovadoras não venha de universidades e sim de empresas (<a href="http://vitorpamplona.com/lastChanges.pr?page=2">texto de Vitor Pamplona</a>). Isso pode ser explicado pele excesso de ego, burocracia e ao mesmo tempo a hipocrisia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-210" title="einstein" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/einstein.jpg" alt="einstein" width="194" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O tempo fez com que nossos pensamentos se concentrassem em uma determinada faixa de conhecimento. Abrir portas para outras áreas de conhecimento podem fazer de nós melhores pensadores e solucionadores de problemas utilizando ferramentas inovadoras e eficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Screeeeam for me Manaus &#8230;..</title>
		<link>http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/14/screeeeam-for-me-manaus/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 12:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelsonsozinho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Iron Maiden]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca pensei que uma vez na vida iria escutar Screeeeeeam for me Manaus. Sim, isso mesmo a donzela esteve aqui e fez muito barulho. Depois de um tempão sem adicional algum coisa aqui, não podia deixar de registrar uma coisa especial dessa, mesmo sendo um blog de tecnologia. Abaixo vão algumas fotos do whow Maiden<a href="http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/14/screeeeam-for-me-manaus/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca pensei que uma vez na vida iria escutar Screeeeeeam for me Manaus. Sim, isso mesmo a donzela esteve aqui e fez muito barulho. Depois de um tempão sem adicional algum coisa aqui, não podia deixar de registrar uma coisa especial dessa, mesmo sendo um blog de tecnologia.</p>
<p>Abaixo vão algumas fotos do whow Maiden em Manaus, com direito a Ed Force One e tudo. Queria ter visto a cara dos controladores do SIPAM quando viram no radar o voo EDFI666&#8230;</p>
<p>[]s</p>
<p><a href='http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/14/screeeeam-for-me-manaus/aviao-maiden1/' title='Ed Force One'><img width="150" height="150" src="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2009/03/aviao-maiden1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ed Force One" title="Ed Force One" /></a><br />
<a href='http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/14/screeeeam-for-me-manaus/aviao-maiden5/' title='aviao-maiden5'><img width="150" height="150" src="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2009/03/aviao-maiden5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="aviao-maiden5" title="aviao-maiden5" /></a><br />
<a href='http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/14/screeeeam-for-me-manaus/aviao-maiden4/' title='aviao-maiden4'><img width="150" height="150" src="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2009/03/aviao-maiden4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="aviao-maiden4" title="aviao-maiden4" /></a><br />
<a href='http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/14/screeeeam-for-me-manaus/iron-maiden18/' title='iron-maiden18'><img width="150" height="150" src="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2009/03/iron-maiden18-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="iron-maiden18" title="iron-maiden18" /></a><br />
<a href='http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/14/screeeeam-for-me-manaus/iron-maiden23/' title='iron-maiden23'><img width="150" height="150" src="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2009/03/iron-maiden23-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="iron-maiden23" title="iron-maiden23" /></a><br />
<a href='http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/14/screeeeam-for-me-manaus/iron-maiden26/' title='iron-maiden26'><img width="150" height="150" src="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2009/03/iron-maiden26-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="iron-maiden26" title="iron-maiden26" /></a><br />
<a href='http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/14/screeeeam-for-me-manaus/iron-maiden32/' title='iron-maiden32'><img width="150" height="150" src="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2009/03/iron-maiden32-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="iron-maiden32" title="iron-maiden32" /></a><br />
<a href='http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/14/screeeeam-for-me-manaus/iron-maiden43/' title='iron-maiden43'><img width="150" height="150" src="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2009/03/iron-maiden43-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="iron-maiden43" title="iron-maiden43" /></a><br />
<a href='http://www.nelsonalone.com.br/2009/03/14/screeeeam-for-me-manaus/dsc01449/' title='dsc01449'><img width="150" height="150" src="http://www.nelsonalone.com.br/content/wp-content/uploads/2009/03/dsc01449-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="dsc01449" title="dsc01449" /></a></p>
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		<title>Blog: Específico ou Abrangente ???</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 00:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelsonsozinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-Toppic]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá pessoal .. Depois de umas férias merecidas, porque ninguém é de ferro, volto a tona para atualizar esse blog cheio de teias de aranhas. Em primeiro lugar quero parabenizar o pessoal de Alagoas, especificamente de Maceió, por ter nos recebido de braços abertos e com sorriso estampado na face. Em segundo plano quero comentar<a href="http://www.nelsonalone.com.br/2009/02/08/blog-especifico-ou-abrangente/"> <br /><br /> (More)…</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Olá pessoal ..</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Depois de umas férias merecidas, porque ninguém é de ferro, volto a tona para atualizar esse blog cheio de teias de aranhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar quero parabenizar o pessoal de Alagoas, especificamente de Maceió, por ter nos recebido de braços abertos e com sorriso estampado na face. Em segundo plano quero comentar a forma com que esse está caminhando.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.monark.tur.br/images/bilhetes/Maceio.jpg" alt="" width="456" height="308" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.guiamaceio.com/imgs/geral/home/maceio_564x300.jpg" alt="" width="564" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Eita&#8230; que saudades &#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, vamos ao que interessa&#8230;. Li um post escrito por <a title="Vitor Pamplona - Blog" href="http://vitorpamplona.com/lastChanges.pr">Vitor Pamplona</a> na qual faz criticas acirrada sobre a forma de escrita de alguns blogs que se destinam a conteúdos da área de desenvolvimento de software (buzzwords, Liguagens, Plataformas, Comunidades, etc) não especificando a finalidade do blog em questão.  De certo modo, existe diversas questões a serem analisadas: Uma delas é o nível de conhecimento  e ao mesmo tempo a experiência do autor. Através desse ponto é possível ter, no mínimo, uma idéia do que sairá daí.</p>
<p style="text-align: justify;">Concordo com o fato da experiência não ser um fator fundamental de aprendizado, mas é um ponto fundamental para um blog de tecnologia que necessita ter audiência. A experiência diz muito sobre o autor, em minha opinião, pesa mais do que uma certificação, títulos e premiações, mesmo sendo uma faca de dois gumes.</p>
<p style="text-align: justify;">A escrita que utilizamos em blogs, na maioria das vezes, é totalmente livre de formalidades, pelo fato de tentar disponibilizar conteúdo para todo e qualquer tipo de pessoa. O fato de reclamar do estilo de escrita vai depender muito da finalidade na qual o blog foi criado. Um blog científico logicamente vai disponibilizar um conteúdo mais específico e com uma linguagem mais formal. Porém, um blog que se destina a fazer auto-propaganda vai disponibilizar um conteúdo mais despojado, voltado para um público mais variado. Não critico o fato de mudar a finalidade ou o estilo de escrita, mas sim a crítica feita de forma desnecessária para tal finalidade.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://capitalintelectual.tv/wp-content/imagem-radar-texto-2.jpg" alt="" width="435" height="349" /></p>
<p style="text-align: justify;">Tentar achar um meio termo para disponibilizar um conteúdo específico de forma didática, disponibilizando em uma linguagem compreensível para leigos e ocultando o mínimo de detalhes é o estado da arte. São poucos os que conseguem fazer isso, porém, a definição de níveis de escrita é relevante. Isso tudo dependerá do tema e da categoria do POST.</p>
<p style="text-align: justify;">Os blogs deixaram de ser moda e viraram utilidade, tanto para diversão quanto para trabalho. Hoje é possível encontrar inúmeros blogs criados para diversas finalidades, porém, a sua utilização ainda é mal vista entre muitos da comunidade científica. A publicação de artigos através de blogs torna-se um conteúdo duvidoso para referencias de trabalhos científicos. Talvez isso aconteça pela falta de utilização da ferramenta ou até por barreiras de paradigmas, já que a comunidade científica é muito cuidadosa com os trabalhos publicados.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma solução para isso foi a criação desse &#8220;<a title="Anel de Blogs Científicos" href="http://dfm.ffclrp.usp.br/ldc/index.php/anel-de-blogs-cientificos">anel de blogs científicos</a>&#8220;. Realmente foi uma idéia muito boa, mas sempre existirá aquele excelente trabalho autônomo publicado que não está no nesse anel de blogs, será que esse trabalho vai ter o devido valor. Categorizar é uma excelente alternativa, mas tentar restringir qualitativamente trabalhos conteúdos de outras pessoas é realmente uma decisão repleta de questionamentos e na minha opinião não é viável.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-173" title="anel" src="http://www.nelsonalone.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/02/anel.jpg" alt="anel" width="229" height="263" /></p>
<p style="text-align: justify;">Existem inúmeros trabalhos científicos sendo publicados através de blogs, não apenas comentários, novidades, buzzwords, e outras coisas, mas sim trabalho científico mesmo. O blog virou uma alternativa, uma forma de dizer para todos a sua opinião, mostrar o que vocês estão fazendo.</p>
<p style="text-align: justify;">No contexto atual, mm blog é uma ferramenta de extrema importância. Segundo <a title="Descrição da obra de Freedman: O mundo é plano" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Mundo_%C3%A9_Plano">Freedman</a>, estamos vivendo um grande momento, a chamada era do Upload. É o momento de disponibilizar conteúdo, protestar, poder fazer com que os outros o leiam, ter a oportunidade de ser lido, ouvido ao assistido e ainda por cima ganhar dinheiro com isso tudo.  Porém, ser formadores de conhecimento através de blogs é uma alternativa um pouco arriscada, já que pode ser comparada como um trabalho científico com referências da WikiPedia, ou seja, referencia não confiável.</p>
<p style="text-align: justify;">
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