Archive

Archive for the ‘Off-Toppic’ Category

Descrença dos serviços 3G

August 6th, 2010 No comments

Em alguns posts optei por dar dicas de configurações de redes 3G no Ubuntu, isso tudo baseado em minha experiência que tive com esses recursos devido ao fato de não haver nenhum tipo de solução de internet que houvesse cobertura onde estou morando. Tudo que fiz foi resultado do sucesso que tive configurando o modem da melhor forma possível nessa distribuição. Tive muita dificuldade no início mas, depois que você pega a prática e entendo como funciona, tudo fica mais fácil.

Tudo funcionou perfeitamente mas, o serviço oferecido por essas operadoras (que não vou citar nome porque são todas) é precário para a região norte. A banda que disponibilizam é até razoável pelo preço (500 kbps e 1mb) nas a qualidade é uma porcaria. Para se ter ideia, fiz uma ligação via slype para uma pessoa da mesma cidade e foi um transtorno. A perda de pacotes era tanta que foi impossível ter uma conversa descente.

Em fim, a empresa, na qual era cliente, cobriu a área que moro e imediatamente solicitei troca de endereço. No momento, não estou contente com o serviço mas, apesar do link ser bem baixo, estou menos descontente do que estava quando era cliente dos serviços 3G da operadora.

No momento, o Brasil todo sofre com qualidade de serviços precários quando se trata de internet, principalmente no norte do Brasil onde é uma área isolada e de acesso bem limitado. Estamos torcendo para que a infraestrutura de rede que vem da Venezuela possa suprir a grande demanda por acesso a rede e por um pouco de concorrência no mercado.

Categories: Off-Toppic Tags: , ,

Modem HUAWEY no Ubuntu 9.10. Resolvido

April 29th, 2010 No comments

A solução é mais simples do que parece. O pior de tudo é que estava sempre lá debaixo da fusa.

Resumindo os fatos.

Após instalar os módulos necessários, usb_modemswitch e o usbserial, o modem aparecia no resultado do comando lsmod mas não aparecia como driver de dispositivo, só funcionava quando iniciava o pc com o modem espetado na USB, uma forma bastante deselegante. Tentei de várias formas de solucionar esse problema, li diversos tutoriais e mesmo assim não conseguia fazer o modem subir aós o pc ligado.

Solução.

Ao executar o comado usb_modemswitsh verifiquei que faltava um arquivo de configuração para executar o comendo com sucesso. Li o manual do programa e encontrei onde esse arquivo de configuração é armazenado. Lá são armazenados inúmeros arquivos contendo configurações para diversos modens de vários fabricantes. Veio a dúvida; como eu vou encontrar o meu nessa lista de arquivos? Lembrei do resultado do comando lsusb. Lá tinha a descrição do modem e um número que que era o mesmo de um arquivo que estava lá.


Bus 004 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub

Bus 003 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub

Bus 005 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub

Bus 002 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub

Bus 001 Device 004: ID 12d1:1446 Huawei Technologies Co., Ltd.

Bus 001 Device 002: ID 04f2:b008 Chicony Electronics Co., Ltd USB 2.0 Camera

Bus 001 Device 001: ID 1d6b:0002 Linux Foundation 2.0 root hub


Com isso foi moleza fazer funcionar esse cara. Era só digitar o comando sudo usb_modemswitch -c /etc/usb_modeswitch.d/resultado_do_comando_lsusb, ele vai tentar encontrar o seu modem como descrito no arquivo de configuração e pronto. Após isso ele vai aparecer como um dispositivo de I/O e aós isso é só wxecutar o seu wvdial de acordo com suas configurações. Ex:


sudo usb_modeswitch -c /etc/usb_modeswitch.d/12d1\:1446

Inicia o processo de identificação do modem e montagem automática do modem. E depois:

sudo wvdial vivo

Pronto. Modem montado e conectado na internet via interface 3G. Para ser mais específico, meu modem é um Huawei E1756 e minha operadora é a VIVO.

[]s

Categories: Off-Toppic Tags: , ,

Modens 3G. Suporte medíocre para Linux

April 2nd, 2010 No comments

Muito tempo sem postar, é verdade. Mas estou voltando a postas, não com tanta frequência.

Recentemente, comecei a utilizar o Ubuntu 9.10 por necessidade, principalmente para usufruir das facilidades do Shell devido a alguns aplicativos que iria desenvolver. Utilizei Linux durante um bom tempo, especificamente o Slackeare 9.0, e hoje me deparei com um Linux extremamente amigável e fácil de utilizar, foi empolgação de primeira. Copiz melhorado, som funcionando com o chaveador de fones de ouvido, suporte e Wifi, etc, etc e etc. Porém, tive uma decepção, não com o sistema operacional, mas com os desenvolvedores de drives dos modens 3G, simplesmente o suporte a Linux é deprimente.

Para fazer com que o modem funcione nem sempre chega a ser trivial, principalmente quando o software de discagem não te dá alternativas de edição de DNS (já que queria utilizar os DNS do google 8.8.8.8 e 8.8.4.4), a cada nova conexão o endereço mudava. Para navegar na internet era necessário clicar no ícone do navegador que fica no software, só então o software disponibilizava o acesso. Lógico que isso não é conveniente pra ninguém, para ser mais comodo, resolvi baixar e configurar o wvdial como discador para modem adicionando as configurações extras. Um detalhe, o modelo do modem é o Huawei E1756, talves não funcione em outros modens. Após toda essa dor de cabeça, resolvi desinstalar o software discador que veio com o modem e utilizar o wvdial.

Pensando que tinha resolvido tudo, me daparo com mais um problema; a única forma de fazer o modem funcionar era espetando o mesmo na usb anter de carregar o sistmea, só assim que ele era reconhecido. O pior que ainda não resolvi o problema e não consigo nem montar o dispositivo como storage. Fiz de tudo, carreguei os módulos, tentei montar pelos dispositivos /dev (tendo como base o comando lsusb), e não consegui. Em fim, o suporte para sistemas “Não Microsoft” continuam escassos, já que, os usuários Apple também tem diversos problemas.

Dessa vez postei uma solução incompleta, já que, estou meio inferrujado com Linux, por enquanto estou na readaptação. Esse post serviu mais como um pedido de dica do que uma solução, quem tiver podem comentar. Estou cassando diversos tutoriais para solucionar esse problema e caso solucione, estarei postando.

[]s

Categories: Off-Toppic Tags: , , ,

Desigh X Negócio

January 2nd, 2010 No comments

Trabalho em uma empresa de tecnologia, especificamente desenvolvendo software, e também trabalho como freelancer nas horas vagas (que no momento são cada vez mais raras). Ganhei conhecimento e experiência participando como desenvolvolvedor,  a vezes como quadjunvante, nos projetos que apareciam, sendo que, a sua maioria eram de projetos WEB e alguns poucos eram de frameworks e desktops. Suas finalidades também eram variadas, desde serviços até websites para vender produtos, porém, uma coisa me deixava muito frustrado, a dificuldade de não saber elaborar uma interface intuitiva e ao mesmo tempo simples, resumindo, tinha inveja (e tenho até hoje) dos designs.

Dediquei meus estudos para conhecer linguagens de programação, frameworks, processos, padrões, boas práticas, ferramentas, etc, mas nunca me dediquei a aprender alguma coisa de design.  Digo que design não significa manipular imagens, HTML, CSS, Photoshop, etc. o termo significa muito mais que isso, significa ter em mente a melhor forma de apresentar um produto, impacto visual, chamar o cliente, ou melhor, possuir o “conhecimento artístico” de como tocar um cliente através da arte.

Vi que isso era de extrema importância depois tentar fazer uma interface, para uma necessidade específica, que iria utilizar em um projeto. Tinha a idéia mais não tinha capacidade para colocar em prática. Frustrado com minhas tentativas em vão, consultei alguns colegas que são web designs e solicitei uma ajuda no que eu estava fazendo. Depois de alguns minutos expondo minhas idéias ele me surpreendeu afirmando que eu não sabia o que eu estava fazendo, ou seja, tinha o problema, mas formulou sua resolução de forma errada.

Quanto mais ele falava mais ficava desapontado, pois realmente, o que eu tinha em mente não tinha bulufas com a solução do problema. Para tentar mostrar melhor, ele desenhou a interface toda na minha frente mostrando o porque de cada elemento contido na tela, achei isso fantástico, além do mais, ganhei a interface de graça e utilizo até hoje no projeto. Analisando isso, me questionei sobre a vantagem de ter designs em empresas que desenvolvem software, seja web ou não.

No ponto em que fui ajudado, todas as regras de negócio já estavam completamente desenvolvidas e testadas para solucionar o problema. Tratando a interface como um item sem importância, vi que estava completamente errado sobre quase tudo que tinha feito. Ou seja, o problema que aconteceu foi que não me preocupei com a apresentação para o cliente. É obvio que, tendo uma interface sem a regra de negócio o sistema não funciona, porém, se tendo a regra de negócio e não tendo uma interface funcional e também intuitiva o fator psicológico entra em cena. Isso é fácil de exemplificar; É só observar o comportamento de uma pessoa que utiliza uma família sistema operacional quase que

a vida toda e força-la  a utilizar um sistema sem sua interface que estava acostumada. Acreditem, já vi isso acontecer e quem se ferra é o setor de suporte.

Bom, voltando ao assunto, é óbvio que a necessidade de ser ter uma equipe de design é importantíssima. A Apple faz disso o seu principal elemento de desenvolvimento de produtos e venda, eles levam a sério o Design Funcional. A Microsoft incorpora o design no seus produtos voltados para usuários comuns e incorpora o design ao produto de forma intuitiva que ajuda o departamento de vendas a fazer o seu papel de forma agressiva.

Descrevi minha experiência frustrante de tentar fazer um trabalho de design sem o conhecimento adequado para isso. Respeito muito o trabalho desses caras porque, sem eles a web (WWW) não era um elemento tão atrativo como é hoje, e o marketing não seria são eficiente como é hoje.

[]s

Categories: Design, Off-Toppic Tags:

IDE. Isso é bom?

November 6th, 2009 No comments

A maneira como desenvolvemos software tem influência direta no produto final, seja positiva ou negativa. Fases são importantes e principalmente a maneira com que passamos por elas no ciclo de vida do produto que está sendo desenvolvido. Para tal, aprendemos a utilizar os processos e boas práticas com o objetivo de agregar qualidade ao produto e conclui-lo no prazo especificado. Quem é, ou foi, aluno de faculdade deve ter vivenciado resenhas que ditam o mundo perfeito repleto de recursos separados por seus devidos papeis em um modelo cascata linear e com suas atividades e fases. Aprendem que um ambiente repleto de analogias e semelhanças e adaptações de paradigmas resolvem todos os problemas.

A preparação para tal inclui uma carga massiva de conceitos, boas práticas, UML e Java, bastante Java. Normalmente aprendemos que o Windows é uma porcaria e que o Linux é o melhor sistema operacional. Aprendemos utilizar meia dúzia de comandos e palavras reservadas de C e pensamos que somos programadores da linguagem. Ou melhor, recebemos uma carga de informações que, de certa forma, não são úteis para as tarefas profissionais.

Quando deixamos boa parte do jargão acadêmico para trás, ou melhor, quando iniciamos nossa vida profissional nos deparamos com situações completamente diferentes que requer sempre mais do que fazemos e uma carga de informação cada vez mais abrangente e atualizada.  Requer que você se adapte as regras de uma empresa e utilize as ferramentas que ela dispõe para você trabalhar.

A o iniciar um novo projeto de software, normalmente trabalhamos em etapas ou fases. Cada uma dessas fases tem suas particularidades onde a equipe, normalmente especialistas em suas funções, desenvolve seu trabalho para passar o resultado para a fase posterior. A particularidade é tanta que, em alguns casos, é necessário ferramentas específicas para a área. Porém, quando uma equipe consegue maturidade, principalmente trabalhando nas ferramentas que tem, sempre tem alguém afirmando que o desempenho deve ser melhorado e o que está impactado é a ferramenta que utilizamos.

Normalmente utiliza-se UML para desenhar diagramas em algum modelador para visualizar nossas idéias da forma mais genérica e abrangente possível. Normalmente, verifica-se que o modelo que desenhamos está enorme e nos convencem de que precisamos de uma ferramenta CASE para organizar melhor o nosso modelo, auto documentá-lo e ao mesmo tempo integrado ao sistema de controle de versão para disponibilizá-lo para outro participante. Posteriormente descobre-se que a ferramenta não foi projetada para integrar com o sistema de controle de versão utilizado pela empresa e nos convencem de que precisamos de um que se integre com a ferramenta para que possamos continuar nosso trabalho.

Utilizando nosso editor predileto iniciamos uma das fases mais importantes de um projeto de software; a codificação. Nosso editor nos permite trabalhar com diversas linguagens de programação, já que textos abrem em todo editor. Nosso compilador trabalha muito bem e faz tudo o que se propõe a fazer para que possamos trabalhar tranquilamente.

Criamos um buildscript que integra nosso ambiente (na verdade solto) e criamos algumas tasks para automatizar nossas atividades. Isso facilita muito a vida de quem lida com projetos com grande quantidade de fontes e que sempre tem que gerar builds em determinado dia da semana. Alguns, vendo que utilizamos ferramentas não semelhantes (normalmente em um terminal de comando) que eles sempre vão nos questionar se nossa produtividade está aquém do que foi combinado e outros vão indica-lo uma IDE para fazer o trabalho automatizado sem saber que o trabalho atual está automatizado.

Gosto muito de um artigo escrito pelo Akita onde ele fala da faca de dois gumes de utilizar IDEs para desenvolver softwares. Diga-se de passagem, gosto muito de IDEs, mas o problema é que geram um tipo de dependência que influencia em todas as suas atividades. Utilizo várias IDEs e sei do que estou falando. Desenvolvi muitos projetos com IDEs e alguns sem elas e vi que existem formas e maneiras, benefícios e malefícios, porém a dependência gerada é extrema.

Nelson.

Categories: Off-Toppic Tags: ,

Versão Genial de Stand By Me

August 8th, 2009 No comments

Não costumo adicionar conteúdo off-toppic nesse blog mas, pra quem gosta de boa música, essa versão de Stand By Me (John Lennon) com artistas de rua é brilhante. Parabéns ao pessoal da SXSW.

[]s

xLDen>pt GoogleC
Parabens
Categories: Off-Toppic Tags:

O jeito de ser um visionario

March 31st, 2009 No comments

Olá pessoal..

Vi que muitas pessoas postaram em seus blogs resenhas e opiniões (muitas positivas) em seus blogs sobre o livro. Mas o que falarei aqui será sobre minha surpresa em observar a ligação entre conhecimento em outras áreas e a geração de idéias com bases em conceitos distintos obtidos em mundos recém conhecidos.

jobs

Uma vez passeando próximo a uma livraria, vi um livro que eu estava procurando a bastante tempo, na mesma hora entrei na livraria e comprei. Sempre tive simpatia pelos belos produtos desenvolvidos pela Apple, coisa que me levou a admirar e a respeitar as pessoas que estão por trás dessa grande empresa e principalmente o CEO. Steve Jobs.  Não é todo dia que um cara que foi praticamente chutado da empresa que fundou e volta das cinzas para com NEXiT, Pixar e por esculhambação entra pela porta da frente na Apple.

Esse fato realmente é uma tremenda vira-volta na vida de qualquer ser-humano e também aqueles que estão ao seu redor. Isso prova que o cara tem realmente uma estrela que só diminuiu a luz temporariamente. As dificuldades vieram a tona e através de um jeito inusitado e excêntrico, ou resumindo, criativo. O fato de ser multidisciplinar e flexível o levou a criar uma série de produtos premiados, com designs inovadores, simples e ao mesmo tempo funcional.

arte1

Bom, mas porque eu estou rasgando ceda pra uma pessoa que nem me conhece, por não trabalhar em sua empresa e por não gostar (apesar de funcionar) de suas técnicas motivacionais? O que me chamou atenção ao ler o livro de Leander Kahney foi simplesmente o fato de uma pessoa conhecer eletrônica, circuitos integrados, sistemas operacionais, caligrafia, arte, marketing, design e etc. Mas porque tantas coisas nada em comum? Isso é simples de responder.

Quando eu estava na graduação tive um professor de calculo que me falou o seguinte: “Se seu currículo está repleto de qualificações técnicas, então isso é excelente. Um mérito seu com certeza. Mas faça um curso de culinária, pintura, degustação de vinhos, dança de salão e coloque no seu currículo como atividades extras”. Logicamente quando escutamos isso achamos isso hilário. Mas ao ler esse livro vi que ao designar nosso tempo para atividades extra uma coisa boa pode acontecer. Pode despertar a criatividade com novas descobertas e ao mesmo tempo evitando ficar bitolado apenas com que você conhece, fazendo também aplicar o resultado dessas atividades no seu trabalho.

Isso aconteceu com muitos dos produtos da Apple. É possível encontrar traços das curvas dos BMW nos IPods, iMacs e MacBooks. Resultado das contínuas aulas de caligrafias e budismo onde surgiu a inspiração para Mac OS, Mac OS X e o Leopard. As inúmeras atividades alternativas que Steve Jobs o proporcionou (ou até ajudou muito) ser um cara extremamente criativo, com inúmeras idéias sobre produtos inovadores que vendem como água.

jobs-apple-2

Quando temos o problema extremamente complicado e temos uma única ferramenta para solucioná-lo, pode até dar certo, mas com toda certeza será uma tarefa extremamente complicada. Ao ler o texto de Kahney percebi algo semelhante nesse sentido. Muitos de nós desenvolvedores de uma só linguagem vemos que todos os problemas do mundo, quando o assunto é software, podem ser resolvidos com aquela linguagem que você mais domina. Pode até ser que sim, mas se o problema for de complexidade extrema ou um problema com uma solução ótima abaixo do aceitável, com toda certeza a linguagem não será sua amiga. O que quero afirmar com isso é que problemas de prego não são solucionados apenas com martelos, sempre há uma solução mais apropriada fora do seu ângulo de visão. Então onde podemos encontrar a solução quando temos problemas dessa categoria? A resposta é simples: fora do seu ângulo de visão e alem do seu conhecimento. Tendo um amplo ângulo de visão é provável que elementos criativos venham a tona de forma natural, como um pensamento. Também problemas sejam resolvidos através de analogias.

16-paradigma

A analogia, na minha opinião, é uma coisa banal quando adaptada a um segmento distindo. Na ciência da computação a analogia está entre os dois extremos. Um dos pontos positivos é adaptar conceitos se segmentos de um ambiente distinto, porém compatível, com em uma área paralela, porém distante.  Viajei um pouco nessa frase, mas se observar-mos essa idéia com carinho com certeza fará sentido. Vamos pegar um exemplo do nosso mundo: A engenharia é uma ciência que está presente na sociedade a séculos. A informática é uma ciência recente que alavancou nos anos 70, lógico que teve sempre em sua base a engenharia. Mas, o pior de tudo é emprestar o nome de “engenharia” para a disciplina de desenvolvimento de software. Isso tira toda a particularidade e dinamismo que está nos pilares da construção de software para uma analogia equivocada.

Tirando toda essa falta de criatividade que nos acompanha desde o início da nossa vida profissional, temos que ficar atentos para que o mundo dos paradigmas não nos perturbe, para que possamos expor nossas opiniões e principalmente fazer com que sejam aceitas sem a necessidade de quebrar a grande barreira que domina a mente humana dês do início dos tempos: a hipocrisia. É de se admirar que a maioria das produções inovadoras não venha de universidades e sim de empresas (texto de Vitor Pamplona). Isso pode ser explicado pele excesso de ego, burocracia e ao mesmo tempo a hipocrisia.

einstein

O tempo fez com que nossos pensamentos se concentrassem em uma determinada faixa de conhecimento. Abrir portas para outras áreas de conhecimento podem fazer de nós melhores pensadores e solucionadores de problemas utilizando ferramentas inovadoras e eficientes.

Categories: Off-Toppic Tags: , ,

Screeeeam for me Manaus …..

March 14th, 2009 No comments

Nunca pensei que uma vez na vida iria escutar Screeeeeeam for me Manaus. Sim, isso mesmo a donzela esteve aqui e fez muito barulho. Depois de um tempão sem adicional algum coisa aqui, não podia deixar de registrar uma coisa especial dessa, mesmo sendo um blog de tecnologia.

Abaixo vão algumas fotos do whow Maiden em Manaus, com direito a Ed Force One e tudo. Queria ter visto a cara dos controladores do SIPAM quando viram no radar o voo EDFI666…

[]s

Categories: Off-Toppic Tags: ,

Blog: Específico ou Abrangente ???

February 8th, 2009 2 comments

Olá pessoal ..

Depois de umas férias merecidas, porque ninguém é de ferro, volto a tona para atualizar esse blog cheio de teias de aranhas.

Em primeiro lugar quero parabenizar o pessoal de Alagoas, especificamente de Maceió, por ter nos recebido de braços abertos e com sorriso estampado na face. Em segundo plano quero comentar a forma com que esse está caminhando.

Eita… que saudades …

Bom, vamos ao que interessa…. Li um post escrito por Vitor Pamplona na qual faz criticas acirrada sobre a forma de escrita de alguns blogs que se destinam a conteúdos da área de desenvolvimento de software (buzzwords, Liguagens, Plataformas, Comunidades, etc) não especificando a finalidade do blog em questão.  De certo modo, existe diversas questões a serem analisadas: Uma delas é o nível de conhecimento  e ao mesmo tempo a experiência do autor. Através desse ponto é possível ter, no mínimo, uma idéia do que sairá daí.

Concordo com o fato da experiência não ser um fator fundamental de aprendizado, mas é um ponto fundamental para um blog de tecnologia que necessita ter audiência. A experiência diz muito sobre o autor, em minha opinião, pesa mais do que uma certificação, títulos e premiações, mesmo sendo uma faca de dois gumes.

A escrita que utilizamos em blogs, na maioria das vezes, é totalmente livre de formalidades, pelo fato de tentar disponibilizar conteúdo para todo e qualquer tipo de pessoa. O fato de reclamar do estilo de escrita vai depender muito da finalidade na qual o blog foi criado. Um blog científico logicamente vai disponibilizar um conteúdo mais específico e com uma linguagem mais formal. Porém, um blog que se destina a fazer auto-propaganda vai disponibilizar um conteúdo mais despojado, voltado para um público mais variado. Não critico o fato de mudar a finalidade ou o estilo de escrita, mas sim a crítica feita de forma desnecessária para tal finalidade.

Tentar achar um meio termo para disponibilizar um conteúdo específico de forma didática, disponibilizando em uma linguagem compreensível para leigos e ocultando o mínimo de detalhes é o estado da arte. São poucos os que conseguem fazer isso, porém, a definição de níveis de escrita é relevante. Isso tudo dependerá do tema e da categoria do POST.

Os blogs deixaram de ser moda e viraram utilidade, tanto para diversão quanto para trabalho. Hoje é possível encontrar inúmeros blogs criados para diversas finalidades, porém, a sua utilização ainda é mal vista entre muitos da comunidade científica. A publicação de artigos através de blogs torna-se um conteúdo duvidoso para referencias de trabalhos científicos. Talvez isso aconteça pela falta de utilização da ferramenta ou até por barreiras de paradigmas, já que a comunidade científica é muito cuidadosa com os trabalhos publicados.

Uma solução para isso foi a criação desse “anel de blogs científicos“. Realmente foi uma idéia muito boa, mas sempre existirá aquele excelente trabalho autônomo publicado que não está no nesse anel de blogs, será que esse trabalho vai ter o devido valor. Categorizar é uma excelente alternativa, mas tentar restringir qualitativamente trabalhos conteúdos de outras pessoas é realmente uma decisão repleta de questionamentos e na minha opinião não é viável.

anel

Existem inúmeros trabalhos científicos sendo publicados através de blogs, não apenas comentários, novidades, buzzwords, e outras coisas, mas sim trabalho científico mesmo. O blog virou uma alternativa, uma forma de dizer para todos a sua opinião, mostrar o que vocês estão fazendo.

No contexto atual, mm blog é uma ferramenta de extrema importância. Segundo Freedman, estamos vivendo um grande momento, a chamada era do Upload. É o momento de disponibilizar conteúdo, protestar, poder fazer com que os outros o leiam, ter a oportunidade de ser lido, ouvido ao assistido e ainda por cima ganhar dinheiro com isso tudo.  Porém, ser formadores de conhecimento através de blogs é uma alternativa um pouco arriscada, já que pode ser comparada como um trabalho científico com referências da WikiPedia, ou seja, referencia não confiável.

Categories: Off-Toppic Tags: , ,

Recomendo: The Pragmatic Programmer

January 20th, 2009 No comments

Olá pessoal ..

Tendo em vista a competitividade que convivemos no cotidiano, é notável que no mercado de desenvolvimento de software, quem não se atualiza não tem muitas chances. Essa é uma pratica fundamental para quem deseja, ao menos, manter o seu emprego, além do inglês, certificações, bom comportamento, etc, etc, etc.

Bom, diante dessa realidade venho recomendar uma leitura fundamental para que deseja competir, tornar-se bom, produtivo e ágil iniciem a jornada lendo este livro:

Quem já leu sabe do que eu estou falando. Não é lendo um livro que você irá se tornar um excelente desenvolvedor, mas posso dizer que esse é o início. Li diversos trechos no ebook e gostei tanto que comprei uma cópia impressa, pra mim, ler ebooks é cansativo. O texto é bem claro e repleto de situações que convivemos em projetos de desenvolvimento de software. Os autores explicam como e qual a melhor forma de trata-las, mostra também uma série de boas práticas de desenvolvimento de software que devemos ter na manga para usá-las.

Com certeza, esse texto é material indispensável de qualquer desenvolvedor.  Taí a dica.

T+

Categories: Book, Off-Toppic Tags: ,