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O que é SPDY? O que o Google quer com isso?

November 17th, 2009

Quando se trata de Web, o Google é uma fábrica de inovação. E quando o desempenho é o problemas eles sempre tem uma carta na manga. Com o objetivo de tornar a web mais rápida e eficiente, a gigante das buscas deu início a uma iniciativa chamada “Lets make the web faster”. Essa iniciativa propõe a adoção de um conjunto de boas práticas para tornar o tráfego utilizado via HTTP mais rápido. Essas boas práticas são medidas simples e bem elaboradas para otimizar o tamanho de imagens, redução de espaços em branco de JavaScript, compressão de documentos HTML e etc. Porém, o que mais me chamou a atenção foi a utilização de um novo protocolo para trabalhar em conjunto com o HTTP, o SPDY.

O SPDY, como o Google diz, nada mais é do que um protocolo para transporte de conteúdo através da internet, que foi projetado para gerar o mínimo de latência possível. De acordo com os testes feitos nos laboratórios do Google, o tempo de caga das páginas tiveram o tempo reduzido em torno de 64%. Realmente é um tempo considerável, mas do que se trata esse protocolo, o que ele faz pra ser tão rápido?

O protocolo utilizado na rede mundial de computadores é o TCP/ÍP. Esse protocolo encontra-se, segundo o modelo OSI, na camada de transporte que visa garantir a entrega dos pacotes de uma origem até seu destino. A utilização desse protocolo com o HTTP proporciona que os browsers abram um conexão  a cada request e response. Nesse processo, a latência gerada vem da única requisição por conexão TCP/IP feita pelo browser, cada requisição é feita pelo cliente (browser) tornado o WebServer um robô sem inteligência enviando/recebendo na maioria das vezes um conteúdo que poderia ser comprimido. Ainda por cima, o padrão de envio de documentos não comprimida, coisa que poderia ser feita utilizando algumas boas práticas.

Com a utilização do SPDY em conjunto com o HTML os ganhos de desempenho são obtidos implementado funcionalidades que eliminariam as características citadas acima como:

  • Streams multiplexadas: Possibilidade de suportar inúmeras requisições e respostas através de uma conexão TCP.
  • Request Priorization:  Essa implementação permite que o cliente possa fazer uma série de requisições do servidor e o mesmo respondendo-as de acordo com a prioridade da mesma.
  • HTTP header compression: Implementação da compressão do header resultando em pacotes menores de menos bytes transmitidos.

Esses são os itens básicos que o novo protocolo foi designado para resolver. Existe uma série de melhorias na pagina do protocolo. Lá é possível encontrar maiores detalhes sobre o desenvolvimento do mesmo e a bateria de testes e seus resultados.

A idéia do Google não é substituir o HTTP para processar as requisições WEB, e sim fazer com que ambos os protocolos trabalhe em conjunto. Nesse ponto os engenheiros do Google tiveram bom senso, já que, implementar a troca do HTTP (cliente) contida nos navegadores seria uma tarefa não só tecnológica e sim política decidiram implementar o mesmo nos Web Serves.

Já que o protocolo inda não está disponível, portanto, para tornar a web mais rápida podemos seguir as iniciativas do Lets make the web faster. Com a adoção de medidas simples como essas há uma melhoria considerável da latência em cada página carregada.

Mais detalhes: aqui, aqui e aqui

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Distribuir conteúdo de graça. Melhor maneira de vender um produto pela internet

September 4th, 2009

Quem diz isso é o editor chefe da Wired, Chris Anderson, uma das revistas mais prestigiadas de tecnologia. Faz circular idéias controversas sobre novos modelos de negócio online. Em uma breve entrevista com a ISTOÉ sobre seu novo livro, Free o futuro dos preços, afirma que “A internet funciona como força destruidora”.  Analisando a frase não deixa de ser verdade. É só olhar para trás e ver o que o formato MP3 fez com a indústria da música.

Segundo Anderson, a maneira de vender um produto pela web corresponderia a disponibilizar cerca de 90% do produto e cobrar pela utilização dos outros 10%. Seria uma atitude semelhante tomada pelas empresas de software, distribuir um produto e cobrar apenas o suporte. No caso de serviço a visão seria no nível macro, já que é possível mensurar e dividi-lo facilmente em elementos (serviços) free e vendáveis.

É complicado ter em mente esse conceito e olhar para o Second Life e o MySpace como exemplos que não deram certo, ou melhor, não levaram vantagem ao utilizar esse conceito. Não que discorde, mas acredito que as empresas disponibilizam um tipo de serviço e cobram por outro. Um exemplo disso é o Google; o negócio do Google são as buscas e ganham com propaganda.

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Quem diz isso é o editor chefe da Wired, Chris Anderson, uma das revistas mais prestigiadas de tecnologia. Faz circular idéias controversas sobre novos modelos de negócio online. Em uma breve entrevista com a ISTOE sobre seu novo livro, Free o futuro dos preços, afirma que “A internet funciona como força destruidora”. Analisando a frase não deixa de ser verdade. É só olhar para trás e ver o que o formato MP3 fez com a indústria da música.

Segundo Anderson, a maneira de vender um produto pela web corresponderia a disponibilizar cerca de 90% do produto e cobrar pela utilização dos outros 10%. Seria uma atitude semelhante tomada pelas empresas de software, distribuir um produto e cobrar apenas o suporte. No caso de serviço a visão seria no nível macro, já que é possível mensurar e dividi-lo facilmente em elementos (serviços) free e vendáveis.

É complicado ter em mente esse conceito e olhar para o Second Life e o MySpace como exemplos que não deram certo, ou melhor, não levaram vantagem ao utilizar esse conceito. Não que discorde, mas acredito que as empresas disponibilizam um tipo de serviço e cobram por outro. Um exemplo disso é o Google; o negócio do Google são as buscas e ganham com propaganda.

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IBM estaria negociando compra da Sun…

March 18th, 2009

Pode ser apenas especulação porém, acredito que seja uma boa para a SUN já que encontra-se em dificuldade de manter seus principais produtos: Solaris, Java e MySQL. Segue o LINK

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