Quem diz isso é o editor chefe da Wired, Chris Anderson, uma das revistas mais prestigiadas de tecnologia. Faz circular idéias controversas sobre novos modelos de negócio online. Em uma breve entrevista com a ISTOÉ sobre seu novo livro, Free o futuro dos preços, afirma que “A internet funciona como força destruidora”. Analisando a frase não deixa de ser verdade. É só olhar para trás e ver o que o formato MP3 fez com a indústria da música.
Segundo Anderson, a maneira de vender um produto pela web corresponderia a disponibilizar cerca de 90% do produto e cobrar pela utilização dos outros 10%. Seria uma atitude semelhante tomada pelas empresas de software, distribuir um produto e cobrar apenas o suporte. No caso de serviço a visão seria no nível macro, já que é possível mensurar e dividi-lo facilmente em elementos (serviços) free e vendáveis.
É complicado ter em mente esse conceito e olhar para o Second Life e o MySpace como exemplos que não deram certo, ou melhor, não levaram vantagem ao utilizar esse conceito. Não que discorde, mas acredito que as empresas disponibilizam um tipo de serviço e cobram por outro. Um exemplo disso é o Google; o negócio do Google são as buscas e ganham com propaganda.
[]s
Quem diz isso é o editor chefe da Wired, Chris Anderson, uma das revistas mais prestigiadas de tecnologia. Faz circular idéias controversas sobre novos modelos de negócio online. Em uma breve entrevista com a ISTOE sobre seu novo livro, Free o futuro dos preços, afirma que “A internet funciona como força destruidora”. Analisando a frase não deixa de ser verdade. É só olhar para trás e ver o que o formato MP3 fez com a indústria da música.
Segundo Anderson, a maneira de vender um produto pela web corresponderia a disponibilizar cerca de 90% do produto e cobrar pela utilização dos outros 10%. Seria uma atitude semelhante tomada pelas empresas de software, distribuir um produto e cobrar apenas o suporte. No caso de serviço a visão seria no nível macro, já que é possível mensurar e dividi-lo facilmente em elementos (serviços) free e vendáveis.
É complicado ter em mente esse conceito e olhar para o Second Life e o MySpace como exemplos que não deram certo, ou melhor, não levaram vantagem ao utilizar esse conceito. Não que discorde, mas acredito que as empresas disponibilizam um tipo de serviço e cobram por outro. Um exemplo disso é o Google; o negócio do Google são as buscas e ganham com propaganda.
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